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Two men sit at a polished wooden conference table in a historic room; one in a suit and the other in a uniform, with a large colorful presentation screen to the left.
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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Jovens em S. Pedro do Sul para se tornarem ”agentes de mudança”

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 Chuva, trovoada e muitas nuvens esta semana em Viseu
20.03.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Chuva, trovoada e muitas nuvens esta semana em Viseu
20.03.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Jovens em S. Pedro do Sul para se tornarem ”agentes de mudança”

Cinquenta alunos do ensino secundário de Viseu Dão Lafões estão a aprender em São Pedro do Sul como deixar um mundo mais sustentável. O bootcamp Academia Sem Fronteiras arrancou esta quarta-feira (20 de março) e decorre até quinta (dia 21).

Em dois dias, os jovens terão a oportunidade de conhecer melhor o território, explorar o tema da sustentabilidade e contactar com instituições de ensino superior. No arranque do evento promovido pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, ouviram apelos e avisos para defenderem o meio ambiente.

A apresentação arrancou com a intervenção da vereadora da Câmara de São Pedro do Sul, Teresa Sobrinho, que deixou um alerta aos estudantes, lembrando que se está a viver “uma altura crítica” no planeta.

“Devemos repensar as nossas opções e consumir menos é a única solução. Vocês, que são jovens e têm uma vida inteira pela frente, têm de começar a pensar de que forma podem contribuir para que o nosso planeta recupere dos anos em que temos andado a retirar recursos de forma abusiva”, disse.

A autarca fez ainda um apelo aos jovens para que tenham “uma palavra a dizer” nos concelhos, deixando ideias às autarquias. “Em cada câmara municipal, devem sugerir ideias e soluções para os vossos territórios no sentido de preservar o nosso planeta, que começa em cada um de nós e depois passa para o território e para o distrito”, frisou.

Já o presidente da Câmara de Vouzela, Rui Ladeira, defendeu que é necessário mostrar aos jovens como consumir menos e gerir melhor os recursos e disse que o bootcamp em São Pedro do Sul é “um grande contributo” para uma região que tem “uma paisagem ainda muito valiosa”.

O também membro do Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões recordou ainda os incêndios de 2017 – que atingiram grande parte do território e que destruíram todo o potencial ambiental e sustentável da região – para defender que as políticas públicas devem proteger as aldeias e as comunidades.

Na alimentação, Rui Ladeira disse ainda que é importante que os recursos produzidos na região de Dão Lafões “sejam consumidos localmente” para evitar uma maior pegada ambiental. O autarca também defendeu uma valorização das questões ambiental, económica e social.

“As questões ambientais, as alterações climáticas e os problemas estruturais não passam só pela Europa e pelas nossas políticas, é importante que grandes economias como a americana, a indiana ou a chinesa venham à realidade e ao que é relevante para o futuro da humanidade e isso é uma questão política”, afirmou.

Rui Ladeira acrescentou que é importante que haja essa consciencialização porque “muitos dos decisores políticos que estão nesses países (EUA, Índia e China) não tiveram bootcamps desta qualidade e deste quilate para perceberem que o futuro está na gestão de algo que é de todos”.

Também estiveram presentes a pró-reitora da Universidade de Coimbra, Gabriela Fernandes, e a vice-presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Helena Vala.

Gabriela Fernandes sublinhou a importância do empreendedorismo para a sustentabilidade e de os jovens serem “agentes de mudança”. “Precisamos de inovar e mudar o nosso paradigma para uma economia mais sustentável e reutilizar o que utilizamos pela primeira vez. É importante que coloquem a vossa criatividade ao serviço da sustentabilidade nos pilares ambiental, económico e social”, disse, acrescentando que as três áreas estão ligadas entre si.

Para provar isso, a pró-reitora da UC deixou o exemplo do novo aeroporto. “A construção do aeroporto vai ter impactos ambientais, mas nós precisamos do aeroporto se queremos desenvolver economicamente. E se não tivermos desenvolvimento económico, também não teremos desenvolvimento social. É caso para dizer ‘Numa casa sem pão todos ralham e ninguém tem razão’”, disse realçando que Portugal é um país de talentos.

Já Helena Vala destacou que é importante estar formado para ser ativo na sociedade. “É importante para melhor desempenhar o nosso papel na sociedade, na profissão, no mercado de trabalho, mas sobretudo ter práticas responsáveis de sustentabilidade, poupança de recursos, não desperdício e não emissão”, disse.

À plateia de estudantes do secundário, a vice-presidente do IPV referiu ainda que os cursos do ensino superior estão hoje mais adaptados à realidade dos mercados de trabalho e permitem desenvolver “competências transversais e até uma mudança radical na profissão escolhida”.

A Academia Sem Fronteiras resulta de uma parceria entre a CIM Viseu Dão Lafões, a Universidade de Coimbra e o Politécnico de Viseu.

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