Group of nurses and caregivers pose with an elderly woman in a wheelchair in front of pink '100' balloons and gold streamer backdrop, celebrating a milestone.
Crowd enjoying an outdoor concert at night with a bright, illuminated stage and smoky beams in the air
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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Home » Notícias » Colunistas » A doutrina de Xi (segunda parte)

A doutrina de Xi (segunda parte)

 Esse pouco, esse tanto
20.05.23
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Como vimos há uma semana aqui no Olho de Gato, Xi Jinping dá muita importância à doutrina que é enviada aos cem milhões de militantes do partido comunista chinês.
Esse cuidado começou logo no início do seu mandato. François Bougon, em “Na Cabeça de Xi” (Livros Zigurate), conta que logo “em Abril de 2013, um mês após a nomeação de Xi Jinping como presidente da República”, foi “secretamente distribuído um texto no interior do Partido”, baptizado como «Documento nº 9», com o título oficial «Comunicado sobre o estado actual da esfera ideológica», que era, “preto no branco, o programa de Xi” e que deve ter sido mesmo escrito por ele.
Esse texto inicial — que chegou ao Ocidente, alguns meses mais tarde, graças a uma fuga de informação que custou sete anos de prisão à jornalista chinesa Gao Yu —, já mostrava a principal obsessão de Xi: o presidente chinês pensa que a implosão da União Soviética aconteceu porque os seus líderes se deixaram contaminar pelas ideias do Ocidente e ele não vai deixar que aconteça o mesmo à China.
É por isso que este Documento nº 9 defende “que não deve ser dado espaço às «forças hostis», sejam elas internas ou ocidentais” e que o partido comunista chinês tem de dar “uma «luta intensa» contra sete «falsas tendências, posições e actividades ideológicas»:
(i) «democracia constitucional ocidental»,
(ii) «valores universais»,
iii) «sociedade civil»,
(iv) «neoliberalismo»,
(v) «jornalismo ao estilo ocidental»,
(vi) «niilismo histórico», e
(vii) «crítica ao socialismo de características chinesas».
Como se vê, mal chegou, o novo imperador chinês disse logo ao que vinha: ia ser implacável com o “inimigo interno”, como se viu em Hong Kong, não admitia nenhum freio ao seu poder e não ia deixar que o “poder-suave” das ideias ocidentais penetrasse no seu país.
Problema: esta política de controlo absoluto dá sempre maus resultados. É que, como explica a velha metáfora de Chen Yun, um dos pais fundadores do partido comunista chinês, quando se diminui muito o tamanho da gaiola (entenda-se: a liberdade), o pássaro (entenda-se: o povo) fica com os músculos atrofiados e passa a voar baixinho.

 Esse pouco, esse tanto

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