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Académico: Jorge Costa rejeita argumento da ‘falta de sorte’ para justificar maus resultados

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
16.09.22
fotografia: Jornal do Centro
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16.09.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Académico: Jorge Costa rejeita argumento da ‘falta de sorte’ para justificar maus resultados

O treinador do Académico de Viseu, Jorge Costa, recusa entrar no discurso de sorte ou azar para justificar os maus resultados que o clube tem no arranque da Segunda Liga. O técnico diz que falar de sorte ou azar impede o foco “naquilo que verdadeiramente são as virtudes ou os problemas”.

“Ouço muita gente a falar que nos tem faltado sorte porque temos tido mais posse de bola, mais ataques e remates e a explicação é simples: temos de ser bem mais eficazes e se temos meia oportunidade de golo, temos de fazer um golo”, disse o técnico logo a abrir a conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Mafra que o Académico fará este sábado, a partir das 11 da manhã.

Jorge Costa deixou muitos elogios ao adversário da sétima jornada. “Na minha opinião, o Mafra é das equipas que melhor joga na Segunda Liga: tem uma ideia definida e gosta de jogar, corre riscos com bola. É um pouco do que quero para o Académico: valorizar os jogadores e dar-lhes liberdade para jogarem”, enalteceu.

Na análise ao que aconteceu em Rio Maior diante do Estrela da Amadora, em que o Académico perdeu por 2-1, Jorge Costa entende que a equipa não pode cometer erros defensivos, mas refere que, por se tratar de “uma equipa com muitos jovens, é perfeitamente natural que a percentagem de erros aumente”.

O treinador de 51 anos sustenta que “é uma questão de tempo” até que os acertos comecem a dar resultado. Jorge Costa recusa olhar para o setor defensivo como único responsável pelos três empates e três derrotas do Académico até agora. “No jogo com o Estrela, fizemos 13 remates, marcámos um golo e concedemos três remates e sofremos dois golos. Estatisticamente não sei quem esteve pior, se o ataque, se a defesa. Eu não gosto de partir a equipa por setores. Quando atacamos, são os 11 que atacam, quando defendemos, são os 11 que defendem. Fomos menos eficazes no ataque, do que na defesa”, descreveu.

Questionado sobre se falta uma vitória ao Académico para começar a caminhar no sucesso, Jorge Costa explica que a ganhar “tudo se torna mais claro, mais fácil. Não tenho dúvidas de que, após uma vitória, muitas mais virão”.

O Académico de Viseu recebe o Mafra a partir das 11 da manhã deste sábado. No ano passado, o Académico perdeu por 3-1 em casa emprestada. Foi o jogo da jornada três. Agora, à sétima ronda, os academistas querem escrever uma história diferente.

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