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Quase um mês afastada das competições, a equipa de andebol do Académico de Viseu joga este fim de semana nos Açores. A viagem até à ilha de Santa Maria já deveria ter acontecido há algumas semanas, mas a verdade é que a Covid-19 tem vindo a adiar este e outros jogos do Académico. Ora e esse pode ser, precisamente, o principal obstáculo no jogo frente ao Marienses. “Antevejo algumas dificuldades. Já não jogamos praticamente há um mês. Há uma viagem pelo meio e o itinerário é uma coisa louca: vamos sair de Viseu à uma da manhã para Lisboa. O dia vai ser muito longo e não sei até que ponto estaremos nas melhores condições para jogar”, avança o treinador da equipa, Rafael Ribeiro.
O Marienses não atravessa uma boa fase nos resultados, diz o treinador academista, mas “tem uma equipa para estar muito mais acima e muito melhor classificada”, dando o exemplo de que “só perdeu em casa por um com o São Bernardo”.
O Académico entra em ação em segundo lugar na tabela. Os academistas têm três jogos em atraso em relação ao agora líder São Bernardo. Começar o jogo em segundo lugar não vai tirar o foco aos jogadores do Académico, garante Rafael Ribeiro. “Não é nada que nos aflija, apesar de termos passado boa parte da temporada em primeiro. O resultado da semana passada com o Juve Lis a ir ganhar ao São Bernardo, vai passar a dar mais pressão tanto para o São Bernardo como para o Académico porque eram as equipas que, à partida, estavam destacadas nos dois primeiros lugares. As contas não estão fechadas na fase de apuramento de campeão”, detalha o treinador academista.
O facto de ter pelo menos quatro jogos em atraso (três da Segunda Divisão e um da Taça de Portugal) vai pôr no Académico “uma pressão extra porque uma coisa é jogar de semana a semana, outra é fazer seis ou sete jogos em 18 dias, o que é uma coisa louca”, concretiza Rafael Ribeiro.