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CDS justifica derrota em Viseu com “crise” na concelhia e fragmentação da direita

 Musical dedicado ao vinho do Dão entra em palco a partir desta sexta-feira
29.09.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Musical dedicado ao vinho do Dão entra em palco a partir desta sexta-feira
29.09.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 CDS justifica derrota em Viseu com “crise” na concelhia e fragmentação da direita

O presidente da concelhia de Viseu do CDS, Paulo Duarte, assume a derrota do partido em Viseu nas autárquicas de domingo (26 de setembro).

No concelho, os centristas encabeçados por Nuno Correia da Silva deixaram de ser a terceira maior força política e passaram para o quinto lugar com 2,02 por cento, ficando atrás dos novos partidos Chega e Iniciativa Liberal. CDS perdeu mais de metade dos votos em Viseu. Candidato assume derrota

Só na eleição para a Câmara, o CDS perdeu 1.388 votos face às últimas eleições de 2017. O partido também deixou de ter assento na Assembleia Municipal.

Em declarações ao Jornal do Centro, Paulo Duarte justificou a penalização do CDS nas urnas com a situação vivida até há alguns meses na própria estrutura concelhia, que, assumiu, teve pouco tempo para preparar a eleição.

“Quando partimos para estas eleições, estávamos perante uma estrutura política concelhia que estava dizimada quer por inação quer pela saída de alguns elementos. Estava inoperante. Esta comissão política foi eleita em abril e teve basicamente três meses para preparar as eleições perante a inexistência de estruturas que se arrastava desde 2019”, afirmou.

Recorde-se que, antes da eleição de Paulo Duarte como presidente, a concelhia do CDS viveu uma crise interna com a demissão da anterior direção, a que se somou a saída de vários elementos da anterior comissão política distrital.

O presidente da concelhia centrista também justificou o desempenho do CDS com a fragmentação dos votos à direita em Viseu, que levou que o Chega fosse o terceiro partido mais votado.

Mesmo assim, Paulo Duarte frisou que o CDS, o Chega e o Iniciativa Liberal “tiveram resultados muito similares” em Viseu. Nas eleições do último domingo, o Chega teve 2,95 por cento enquanto o IL obteve 2,20 por cento.

Quanto ao distrito, o CDS sozinho também desceu passando a estar na nona posição. Os centristas foram igualmente ultrapassados por partidos como o Chega, que em toda a região teve 5.595 votos.

Sozinho, o CDS perdeu 7.238 votos em comparação com 2017. Contudo, Paulo Duarte, que é também vice-presidente nacional do partido, garante que o CDS não está condenado ao fim. O dirigente salienta que, aliados ao PSD, os centristas reconquistaram câmaras na região de Viseu.

“Ganhámos em Nelas, onde estamos no poder coligados. Ganhámos em Lamego, onde estamos no executivo também coligados. Ganhámos em Armamar. Nós efetivamente elegemos autarcas com muita importância. Nem o Bloco de Esquerda nem o Chega nem o IL governam qualquer concelho e nós governamos em vários. Portanto, o desaparecimento do CDS parece-me manifestamente exagerado para não dizer risível”, vinca Paulo Duarte.

Em todo o distrito, a coligação PSD-CDS conseguiu eleger um total de seis presidentes de câmara em Armamar (João Paulo Fonseca), Castro Daire (Paulo Almeida), Lamego (Francisco Lopes), Nelas (Joaquim Amaral), Oliveira de Frades (João Valério) e Tabuaço (Carlos Carvalho).

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