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Ciclismo: Leangel Linarez demorou a voltar ao melhor após infeção “muito dura”

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
01.04.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
01.04.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ciclismo: Leangel Linarez demorou a voltar ao melhor após infeção “muito dura”

O ciclista venezuelano Leangel Linarez (Tavfer-Mortágua-Ovos Matinados) perdeu grande parte de 2021 devido à covid-19, só voltando ao seu melhor nível este ano, ‘sintoma’ comum entre o pelotão nacional.

“A covid-19 atacou-me de forma muito dura. Na temporada passada, não consegui fazer nenhuma corrida a 100%”, lamenta o velocista venezuelano, de 24 anos, em entrevista à Lusa.

O coronavírus ‘apanhou-o’ pouco depois da Volta ao Algarve, em maio, e foram “15 dias de problemas respiratórios graves, falta de respiração, muito mal estar geral”.

“Demorou muito a nível de performance. Na vida normal, já estava bem, mas em cima da bicicleta notei muito as sequelas da covid-19. Não conseguia fazer muitas séries, estava habituado a trabalhar mas não rendia como de costume”, conta.

Voltou, a meio gás, no Grande Prémio Internacional Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho, mas a sentir-se melhor só no GP Jornal de Notícias, onde foi segundo numa etapa, na última corrida do ano, “logo que estava a recuperar sensações”.

“Sabíamos que tínhamos de fazer um grande inverno para recuperar esta temporada, e no princípio do ano viria uma corrida, a Prova de Abertura, que era adequada aos meus pontos fortes, com uma chegada ao ‘sprint’”, analisa.

Esse trabalho deu frutos: impôs-se nessa prova e, desde então, tem dado nas vistas, primeiro com um 10.º lugar num ‘sprint’ na ‘Algarvia’, face a ciclistas do WorldTour, e depois com uma vitória na Volta ao Alentejo, na terceira tirada.

“Atualmente, acho que estou recuperado a 100%, já me sinto outra vez eu mesmo. Espero continuar assim para o resto da temporada”, comenta.

Em Portugal, tem-se feito sentir mais ou menos o mesmo a que se tem assistido no pelotão mundial, onde não há dia de prova em que não falte alguém por doença, sintomas, falta de capacidade ou dores corporais, numa multiplicidade de fatores pós-covid-19 que provocou uma ‘razia’ na Quick-Step Alpha Vinyl ou na BORA-hansgrohe e afetou outras equipas.

A Glassdrive-Q8-Anicolor teve vários positivos, mas quase todas as equipas lusas se viram a braços com infetados de fora das corridas ou com os efeitos posteriores.

Apesar do regresso de Leangel Linarez ao melhor nível, muitos meses depois da infeção, um vírus estomacal quase ‘ameaçou’ a prestação na ‘Alentejana’, que apanhou vários membros da equipa, noutro sinal de que a linguagem vírica chegou de vez ao pelotão.

“Trabalhámos bem no inverno e graças a Deus caiu-nos a vitória, foi muito importante para mim para ultrapassar um ano difícil e entrar neste com muita confiança, percebi que estava de volta e a sentir o que devia depois da covid-19”, atira.

Linarez confirma que há hoje mais atenção a estas matérias, até porque “desde 2020 que se fica sempre na expectativa” de falhar uma prova, ou de esta ser adiada ou mudar de planos para a temporada.

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