girabolhos
barragem agua douro
mau tempo viseu
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25

Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…

14.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
March-711-4
6
novo comboio turístico viseu
Home » Notícias » Diário » Concurso para construção da barragem de Girabolhos lançado até final de março, anuncia ministra

Concurso para construção da barragem de Girabolhos lançado até final de março, anuncia ministra

O plano de construção da barragem de Girabolhos foi suspenso em 2016

 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid
03.02.26
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid
03.02.26
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Concurso para construção da barragem de Girabolhos lançado até final de março, anuncia ministra

A ministra do Ambiente e Energia anunciou hoje que o concurso público para a construção da barragem de Girabolhos vai ser lançado até final de março, estando ainda previstas obras em toda a bacia do Mondego.

“Vamos avançar com a barragem de Girabolhos [no concelho de Seia]. Vou fazer um despacho a solicitar à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para lançar o concurso de Girabolhos até ao final de março”, informou Maria da Graça Carvalho.

A ministra do Ambiente e Energia preside esta tarde à reunião da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), dedicada ao ponto de situação no rio Mondego e à definição e articulação de medidas de mitigação e controlo de cheias na região Para além do presidente da APA, participam no encontro, que decorre em Coimbra, alguns presidentes de Câmara.

Maria da Graça Carvalho interrompeu a reunião para falar aos jornalistas e vincar a necessidade de uma obra que vem fazer com que “não se continuem a correr riscos com o rio Mondego”.

“Isto é possível. No passado houve estudos feitos e trabalhos preparatórios, portanto, no final de março pode ser lançado o concurso de Girabolhos”, assegurou.

De acordo com a governante, o Mondego é o rio que mais preocupa em todo o país, justificando-se “uma obra que torne o Mondego mais resiliente”. 

“A nossa principal prioridade é preparar o país para ser mais resiliente a estas intempéries, às alterações climáticas e a todas as intempéries”, acrescentou. 

À APA vai solicitar a definição do calendário da construção e dos objetivos da barragem de Girabolhos, no rio Mondego. O projeto abrange território dos concelhos de Seia e de Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, e de Nelas e de Mangualde, no distrito de Viseu.

“É uma barragem de retenção de água, que pode também ter multiusos, mas o principal uso é de controle de cheias. Portanto, é um concurso que tem de ser feito, que é aberto aos privados ou às águas de Portugal que queiram concorrer”, indicou.

A ministra do Ambiente e Energia avançou ainda que quem ganhar o concurso público desta obra irá receber uma compensação, “pelo trabalho público que faz por controlar as cheias”.

“No meu despacho vou pedir à APA para calcular qual é a remuneração do serviço público de controle de cheias que, se for um privado, ou mesmo as águas de Portugal, vão receber por esse serviço público que prestam à comunidade”, concluiu.

O plano de construção da barragem de Girabolhos foi suspenso em 2016. Porém, em março de 2025, o anterior Governo liderado pelo atual primeiro-ministro, Luís Montenegro, assumiu que a obra é para avançar, incluída na estratégia nacional “Água que Une”.

Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados.

Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

pub
 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid

Outras notícias

pub
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Mercedes CLA 180d Coupé na Ncar da Litocar
  • Regional Economics - A economia de Região de Viseu
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid

Notícias relacionadas

Procurar