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D. Afonso Henriques, D. Duarte, Siza, Saramago

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português
03.07.21
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1. Durante os quase novecentos anos que tem Portugal, onde nasceram os nossos chefes de estado, os reis e os presidentes da república?

Pedro Correia, do semanário Novo, fez esta pesquisa e a conclusão mais surpreendente é nunca ter nascido nenhum rei nem nenhum presidente no Porto. Acrescente-se que catorze das dezoito capitais de distrito estão também a zeros.

Já Viseu está bem colocado nesta estatística: foi o berço de D. Afonso Henriques (embora alguns historiadores apontem ainda o nascimento do nosso primeiro rei para Guimarães) e de D. Duarte (neste caso, nenhuma dúvida).

Falta agora a Viseu dar ao país um presidente da república. Quem sabe se já não terá nascido…

2. A petição contra a cobertura fotovoltaica do Mercado 2 de Maio, em Viseu, deu origem a um fortíssimo movimento de cidadãos, que teve muito impacto, e não só nos media nacionais.

No final de Fevereiro, o jornal espanhol ABC dedicou um artigo ao assunto, intitulado “El proyecto para cubrir una plaza remodelada por Álvaro Siza desata la polémica en Portugal”, onde descreveu com algum detalhe a solidariedade que se formou à volta de Siza Vieira. Este, como se sabe, reprova o que está a ser feito. O jornal espanhol cita-o: “es una barbaridad cubrir una plaza de un centro histórico tan denso”.
Como se sabe, o então “alcalde de Viseu”, o malogrado António Almeida Henriques, mandou avançar as máquinas.

Espera-se que esta campanha eleitoral, para além da poluição visual que plantou nas rotundas, possa debater este assunto e que os seis candidatos à câmara digam de sua justiça sobre o que está ali a ser feito.
Por causa desta obra, este artigo do ABC faz um retrato pouco agradável do “municipio onde nació Joao Félix, la estrella del Atlético de Madrid”.

É claro que estarmos a ser observados, como neste caso, é bom. É óptimo também para podermos reparar bem no olhar de quem virou os binóculos para nós.

Apreciemos então ao que veio Francisco Chacón, o articulista do ABC. Depois de ter ganho a atenção dos leitores espanhóis com a referência à cidade-berço de D. Afonso Henriques, perdão, com a referência à cidade-berço de João
Félix, o homem avançou em toda a força:
– que em Portugal desama-se a arte, até se vandaliza uma obra do estimável Pedro Cabrita Reis com dizeres horríveis: «una vergüenza», «com nuestros impuestos», «300.000 euros»;
– que Álvaro Siza Vieira é maltratado em Portugal, como acaba de acontecer em Viseu;
– que Álvaro Siza Vieira é idolatrado em Espanha, foi-lhe atribuído até o Prémio Nacional de Arquitectura em 2020;
– que “a patria del fado” é habitada por jovens hunos que não mostram por Siza Vieira “el respeto que se le ha mostrado en España”;
– que são os velhos, os “coetáneos” de Siza, que ainda mostram por ele uma “férrea solidaridad”;
– que, se não fossem estes velhadas, o nosso Siza “podria plantear seguir el mismo camino que José Saramago quando abandonó Portugal para instalar-se en Lazarote”.

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português

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