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Emoção, luta e vontade de ganhar dominam Torneio de Matraquilhos

Dezasseis jogadores lutaram pela primeira edição do São Mateus Matraquilhos CUP. O Jornal do Centro deu o pontapé de partida para um torneio que quer ser referência. Jogos renhidos, gritos de vitória e suspiros de desânimo. Houve de tudo. Os vencedores foram decididos ao nono jogo, na última bola

Carlos Eduardo Esteves
 Emoção, luta e vontade de ganhar dominam Torneio de Matraquilhos - Jornal do Centro
17.08.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Emoção, luta e vontade de ganhar dominam Torneio de Matraquilhos - Jornal do Centro
17.08.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Emoção, luta e vontade de ganhar dominam Torneio de Matraquilhos - Jornal do Centro

A fazer recordar tempos antigos em que a Feira de São Mateus era ponto de paragem para os mais apaixonados por matraquilhos, 16 pessoas jogaram a primeira edição do São Mateus Matraquilhos CUP. Este é um torneio organizado pelo Jornal do Centro que veio para ficar. O local escolhido foi o stand de matraquilhos da rainha das feiras populares.

Durante duas tardes, houve lutas intensas pelos melhores toques e jogadas. O torneio levou as emoções ao rubro e os vencedores, Alexandre Pereira e Luís Coelho derrotaram na grande final Pedro Alves e Rodrigo Cavaleiro. Até à última bola, houve quatro vitórias para cada lado. O golo decisivo surgiu literalmente no último lance com as equipas empatadas a quatro golos e quatro vitórias.

Mas vamos ao início. Para garantirem o apuramento rumo às meias-finais, as duplas tinham de ganhar três jogos. Cada partida era vencida sempre que uma equipa marcava quatro golos. E assim foram conhecidas as quatro melhores duplas.

Motivados para seguir em frente e sonharem com a possibilidade de triunfar no torneio, Mara Almeida e João Cotta defrontaram José Custódio e Miguel Alexandre, da empresa Viskott. A dupla Viskott saiu vencedora e apurou-se para as meias-finais, que foram discutidas no dia seguinte. José e Miguel fizeram o pleno e conseguiram o 3-0 em vitórias. Numa flash-interview improvisada, José Custódio elogiou os adversários. “Estiveram à altura. Estamos prontos para as meias-finais”, referiu. Já Mara Almeida, que fez parte da dupla eliminada, referiu que o resultado “não correu como estávamos à espera”, enquanto João Cotta lembrou o início de época. “Nota-se que falta ritmo competitivo”, justificou.

Ao mesmo tempo, mesmo ali ao lado, num escaldante Porto – Sporting, com bonecos azuis e verdes, Rodrigo Cavaleiro e Pedro Alves não deram hipóteses frente a Manuela Antunes e Bruno Faria e os azuis foram derrotados por três vitórias sem resposta e com vitórias sempre por quatro bolas a zero. Cavaleiro e Alves apuraram-se sem grandes dificuldades e viriam a ir muito longe na prova. Na reação à derrota, e em jeito de brincadeira, Manuela Antunes disse faltarem apoios na pré-época e um mês de preparação. Já Bruno Faria apontou responsabilidades ao equipamento azul dos bonecos que lhe saíram em sorte. “Se fosse vermelho, passaríamos”, lamentou. Já Pedro Alves aproveitou a deixa de Manuela Antunes para frisar que a dupla vencedora se preparou bem na pré-época. “Estávamos à altura de qualquer adversário que aparecesse. Estamos lançados para a vitória”, frisou. Rodrigo Cavaleiro garantiu que a dupla se esforçou e que estava já preparada para os próximos adversários.

No segundo jogo dos quartos de final, El Rei D. João I aliou-se a Jorge Loureiro e defrontou a outra dupla que foi sorteada e que juntou Paulo Almeida, presidente da Câmara de Castro Daire e a fadista Catarina Rocha. A artista que ia atuar na Feira de São Mateus nesse dia, interrompeu os testes de som para tentar superar-se numa partida de matraquilhos. Mas não correu bem. Fadista e autarca saíram derrotados. Antes do terceiro jogo, Paulo Almeida lamentou estar a jogar pela equipa verde. “Jogar pelo Sporting é sempre um mau princípio”, afirmou. Catarina Rocha, concordava. E a dupla havia de sair derrotada deste jogo. Do lado adversário, D. João mostrava-se feliz por representar a cor de que mais gosta, enquanto Jorge Loureiro assumia estar a “jogar no sítio certo: vermelhinho”. No final do encontro, D. João estava deslumbrado com o apuramento para as meias finais. “Foi maravilhoso, nunca pensei gostar tanto deste jogo”, assumiu. Já Jorge Loureiro falou de um “jogo muito emotivo, de grande tensão, mas no final fomos capazes de estar à altura da grande responsabilidade”. Do lado da equipa vermelha, Paulo Almeida reconheceu que é melhor dedicar-se a outras coisas. “Dar os parabéns à equipa adversária”, afirmou o autarca castrense. Já Catarina Rocha, que terminou o jogo com uma lesão nas mãos, tal o esforço que fez no jogo, prometeu – e cumpriu – dedicar uma música ao Jornal do Centro no concerto que deu horas mais tarde no palco principal da Feira de São Mateus.

No jogo ao lado, Sérgio Peixoto, responsável pelo stand de matraquilhos da Feira de São Mateus fez par com Igor Fernandes, funcionário da Viskott. Do outro lado Alexandre Pereira formou dupla com Luís Coelho. Os vencedores foram os ‘verdes’. Enquanto celebrava a vitória, Alexandre Pereira justificou o triunfo com o “muito trabalho”. “Aplicámos neste jogo o que fazemos durante a semana de treinos. O segredo foi acreditar na equipa e a resiliência”, detalhou. Já Sérgio Peixoto, que gere o espaço de matraquilhos na Feira, referiu que nem sempre se triunfa.

No segundo dia, a equipa da Viskott teve uma alteração de última hora e Bruno Faria juntou-se a Sérgio Peixoto, formando a equipa verde. Do outro lado, Pedro Alves e Rodrigo Cavaleiro mantiveram a dupla. E na primeira-meia final, Bruno Faria começou por fazer o que não tinha conseguido no dia anterior: marcar um golo. Os verdes começaram melhor, mas viriam a perder o acesso à final com um resultado de 5-1 em vitórias.

Na segunda-meia final, a equipa vermelha voltou a ganhar. Jorge Loureiro e D. João I, ‘vestiram’ de verde e branco e foram derrotados por Luís Coelho e Alexandre Pereira (5-0 em vitórias).

Seguiu-se o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares. Jorge Loureiro e D. João I terminaram com o bronze, frente à equipa Viskott. Nas reações à vitória, Jorge Loureiro atirou as ‘culpas’ para a noitada que D. João I terá passado na corte. E isso, defendeu Jorge Loureiro, foi a causa maior para que a dupla não tivesse tido um melhor percurso. “Foi um bom jogo e houve muita luta. O D. João cumpriu apesar de esta noite se ter estragado na corte”, referiu o empresário, em jeito de brincadeira. O monarca assumiu. “Sim, confirmo”, disse D. João I.

Na final, a equipa verde de Alexandre Pereira e Luís Coelho ganhou vantagem no primeiro jogo por 4-1. Os vermelhos, Rodrigo Cavaleiro e Pedro Alves empataram em vitórias com triunfo por 4-2. Os vermelhos deram a volta ao texto e venceram o terceiro jogo, colocando-se na frente com duas vitórias a uma. A equipa verde voltou ao jogo e conseguiu o empate a duas vitórias. Seguiram-se dois triunfos da equipa vermelha. Ficava a faltar uma vitória rubra, mas a emoção foi total quando a formação verde chegou às quatro vitórias. No fim, no jogo decisivo, o 5-4 foi apontado por Alexandre Pereira frente a Pedro Alves. Está lançado um torneio que vai dar que falar nos próximos anos na Feira de São Mateus.

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