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Futebol: Uma geração de jogadores perdida no meio da pandemia

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 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
01.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
01.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Futebol: Uma geração de jogadores perdida no meio da pandemia

Entre avanços e recuos devido à pandemia da Covid-19, o futebol foi bastante prejudicado, especialmente os escalões de formação que estão sem competir há mais de um ano.

Com este tempo de paragem bastante alargado, uma das principais preocupações dos intervenientes da modalidade, é a geração de jogadores que se pode vir a perder por não se ter mostrado. Falamos do escalão de juniores, o último ano das camadas jovens antes da transição para atletas seniores.

Paulo Freitas, um dos coordenadores da formação do CD Tondela, admite que esse “é um tema que que o Tondela acompanha com alguma atenção”. O responsável lembra que “estamos a falar de jovens adultos que estão na reta final para atingirem os seus sonhos”, que para alguns passa por “chegarem ao futebol profissional”.

“É uma situação realmente complicada. Eles estão já há mais de um ano sem competir e torna-se muito complicado para eles”, afirma.

Neste momento, Paulo Freitas admite que têm de “aguardar pelas diretrizes da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e que essas diretrizes sejam sempre o mais favorável possível para esses atletas”.

Uma possível solução para este problema e que tem sido defendida por alguns intervenientes da modalidade, é o alargamento da faixa etária dos escalões, nomeadamente dos juniores.

Para além desta possível solução, Paulo Freitas sugere que pudesse até haver “um ano zero para essa geração dos sub-19, da geração de 2002, ou então era interessante que fosse permitido aos clubes inscrever um determinado número de atletas dessa geração na próxima época, e aí ia minimizar o impacto”.

O impacto desta paragem estende-se a todo o futebol de formação. Uma das principais dificuldades que os clubes vão enfrentar prende-se com o scountig, ou seja, a observação de jogadores para contratação.

No caso do CD Tondela, Paulo Freitas admite que o principal objetivo do clube é que “os atletas cheguem ao futebol profissional e em especial ao Tondela”. Para isto, o scouting é uma ferramenta fundamental para que seja possível conseguirem construir um plantel com jogadores com potencial de ascenderem aos campeonatos profissionais.

Apesar de não haver jogos, Paulo Freitas revela que “neste período de pandemia, os trabalhos de scouting não pararam”.
“Tivemos de nos adaptar, porque a pandemia trouxe da impossibilidade de vermos jogos ao vivo e isso é uma dificuldade acrescida. “Tivemos que nos focar um pouco mais na vídeo análise dos atletas já por nós referenciados em outros anos”, explica.

A impossibilidade de ver os jogadores das camadas jovens em ação faz com que, quer os clubes de formação, quer as equipas sénior, tenham mais dificuldades em observar e contratar atletas que possam ser potencias jovens talento.

Paulo Freitas admite que “poderá sempre haver um risco” na contratação de jovens jogadores nos próximos tempos, uma vez que os atletas estiveram parados e que as possíveis análises feitas anteriormente, possam estar desatualizadas ou fora de contexto.
Contudo, o responsável da formação do CD Tondela lembra que existem outros fatores que podem levar a uma transferência mal sucedida.

“Corremos sempre o risco. Nós somos um clube do interior e às vezes recrutamos atletas de metrópoles, onde há outro tipo de estilo de vida e o próprio atleta quando chega ao interior e a Tondela, pode não se adaptar”, diz.

Paulo Freitas explica que isto “não quer dizer que a análise tenha falhado” e refere que “às vezes é uma questão de adaptabilidade e outras vezes é uma questão de que também não podemos a acertar sempre”.

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