Large group of Stellantis employees posing outside a white industrial building with a blue Stellantis sign above them.
Rural stone houses with red-tiled roofs on fire, large orange flames and thick black smoke billowing upward from the roof.
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Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
Home » Notícias » Diário » Guardas florestais da GNR em greve convocada por sindicato de Viseu

Guardas florestais da GNR em greve convocada por sindicato de Viseu

Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
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23.07.24
fotografia: Jornal do Centro
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23.07.24
Fotografia: Jornal do Centro
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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Os guardas florestais da GNR estão em greve a partir desta terça-feira (23 de julho), numa paralisação convocada pelo Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil (SinFAP), que tem sede em Viseu.

A greve é justificada pelo facto de os guardas terem sido excluídos da negociação do suplemento de risco com o Governo. Os profissionais também reivindicam a integração na carreira militar.

O SinFAP acusa a ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, de decidir “não englobar” os guardas florestais nas negociações e diz que os guardas são “o único órgão de polícia criminal que não recebe nenhum suplemento, agravando assim ainda mais o fosso entre militares e o corpo civil”.

Por isso, o sindicato decidiu convocar uma “greve nacional história” que se prolonga até quinta-feira (dia 25) e em que os guardas irão reivindicar a integração total na carreira militar, “acabando com uma injustiça de dezoito anos, e que todos os dias lesa os Guardas Florestais da GNR em pelo menos 700 euros de diferença com os militares do Serviço Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA)”.

Segundo o pré-aviso de greve do SinFAP, a greve nacional abrange todos os guardas florestais da GNR, independentemente do seu vínculo contratual ou comissão de serviço.

O Governo e alguns sindicatos da PSP e GNR assinaram recentemente um acordo que prevê o aumento do suplemento de risco, que subiu mais 200 euros neste mês de julho e que terá uma nova subida de 50 euros em 2025 e outra do mesmo valor em 2026.

No entanto, nem todos os sindicatos assinaram porque os que não aderiram ao acordo defendem que o aumento aprovado não dignifica a classe e deixa agentes e militares longe dos mais de 600 euros mensais auferidos pelos agentes da Polícia Judiciária.

O SinFAP também convocou uma greve de sapadores florestais que Sapadores florestais e vigilantes da natureza em greve convocada por sindicato de Viseu.

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