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Paulo Sousa não conseguiu quebrar malapata da Seleção da Polónia

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26.06.21
fotografia: Jornal do Centro
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26.06.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Paulo Sousa não conseguiu quebrar malapata da Seleção da Polónia

Natural de Viseu, Paulo Sousa é o atual selecionador da Polónia, seleção que não conseguiu garantir a passagem à fase de grupos do Euro 2020, depois de ter conquistado apenas um ponto na fase inicial da competição.

A Polónia apenas por uma vez na sua história conseguiu ultrapassar uma fase de grupos de um campeonato europeu. Este feito aconteceu precisamente no Euro 2016, quando a seleção polaca foi eliminada nos quartos de final por Portugal, já nas grandes penalidades.

Como jogador, Paulo Sousa fez o início da sua formação nos Repesenses tendo se juntado aos juniores do Benfica no ano de 1986. Durante este período jogava a extremo tendo, mais tarde, começado a jogar a médio defensivo.

Já como médio esteve presente na formação dos encarnados até a 1989. Ano em que subiu à equipa A, tendo feito a sua estreia como jogador principal a 25 de outubro de 1989, contra o Belenenses. Ainda assim, nessa época, só realizou quatro jogos de águia ao peito, não tendo sido titular em nenhum deles.

O maior protagonismo valeu-lhe um lugar nas escolhas de Carlos Queiroz para o Mundial de sub20 de 1989, competição que foi conquistada pelos portugueses. Os jovens jogadores que participaram nesta conquista ficaram conhecidos, desde então, como os Heróis de Riade.

Paulo Sousa permaneceu no clube da luz até à época de 1992/1993, tendo realizado um total de 112 jogos, onde marcou dois golos. Tornando-se o primeiro português a conquistar um Campeonato, uma Taça e uma Supertaça em Itália.

Na temporada 1993/1994, foi uma das figuras centrais do «Verão Quente da Luz» tendo-se transferido para Alvalade, onde realizou um total de 43 jogos marcado dois golos.

A época de 1993/1994 marcou a mudança de Paulo Sousa para Itália, onde foi representar a Juventus. No clube de Turim conquistou um campeonato, uma taça, uma supertaça e uma Liga dos Campeões. Nesta equipa participou num total de 79 partidas marcado 2 golos.

Depois da sua primeira conquista europeia, o médio viseense mudou-se para o Borussia Dortmund, onde voltou a conquistar uma Liga dos Campeões, pelo segundo ano consecutivo, desta vez por um clube diferente. Na Alemanha jogou 37 encontros, onde apontou apenas um golo.

O ano de 1997 marca o regresso de Paulo Sousa a Itália para, desta vez, representar o Internazionale, equipa onde conquistou a Taça Uefa, sendo o terceiro título europeu conquistado consecutivamente pelo jogador.

Até ao final da sua carreira como jogador teve passagens por clubes como o Parma, Panathinaikos e Espanhol. Ao longo de toda a sua carreira como jogador contabilizou um total de 405 jogos faturando oito golos, já como internacional participo em 51 encontros, estando presente no Euro 1996, no Euro 2000 e no Mundial 2002.

Como treinador, Paulo Sousa iniciou a sua carreira em 2005 como selecionador dos sub-16 de Portugal, onde esteve até ao ano de 2008. Desde lá treinou equipas como os Queens Park Rangers, Swansea, Leicester, Videoton, Maccabi Tel Aviv, Basileia, Fiorentina, Tianjin Tianhai e Bordeaux.

Durante este percurso conquistou um campeonato suíço, uma liga israelita, uma Taça de Israel, 2 Supertaças da Hungria e 1 Taça da Liga da Hungria.

Atualmente, o antigo internacional português liderou a seleção polaca que apenas conquistou um ponto na fase de grupos do Euro 2020, onde perdeu 1-2 contra a Eslováquia e 3-2 no embate com a Suécia, tendo conseguido empatar por 1-1 frente aos espanhóis.

Nas oito partidas que comandou os homens da seleção da Polonia, o treinador viseense apenas conseguiu vencer um encontro, tendo sido contra a Andorra. Nas outras partidas perdeu por três vezes e empatou por quatro.

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