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O PCP em Viseu considera que as eleições legislativas deveriam ter sido marcadas o mais rapidamente possível e não esperar pela aprovação de um Orçamento de Estado que “continua a agravar as condições de vida dos portugueses”, mas agora que a decisão está tomada o Partido olha o ato eleitoral como uma “oportunidade” para “dar mais força ao PCP como alternativa”.
Quanto ao Orçamento de Estado, ficou a promessa de não deixar cair as três propostas de lei de alteração que já deram entrada referentes ao distrito de Viseu.
“Foi a solução (a de marcar eleições para 10 de março de 2024) que o Presidente da República decidiu tomar e ao tomá-la nós consideramos que as eleições deveriam ser o mais rapidamente possível e não esperar pela aprovação de um Orçamento que insiste e persiste em não resolver os problemas estruturais do país”, criticou Filipe Costa, responsável da organização regional de Viseu do PCP.
Contudo, acrescentou, “o contexto em que estamos é este, são eleições para 10 de março, num quadro em que se vai fazer a discussão do OE. O PCP continuará e integrará a discussão”.
“No distrito de Viseu há três propostas de lei de alteração ao Orçamento de Estado que já deram entrada que têm a ver com a construção das barragens de regadio em Moimenta da Beira e Armamar, o início do processo de construção do IC37 (ligação de Viseu a Nelas e Seia) e a reconversão do Hospital Psiquiátrico de Abraveses numa unidade pública de cuidados continuados paliativos no sentido de responder a uma necessidade que a região enfrenta nesta área”, anunciou.
Sobre os próximos tempos e até às eleições, Filipe Costa frisou que haverá uma fase de construção das listas com base na discussão com os membros do partido, mas “o mais relevante é a afirmação de uma política diferente daquela que tem sido seguida”.
“Estas eleições, independentemente das caras nas listas, são o compromisso de responder aos problemas da região e serão uma oportunidade para alterar para a situação em que nos encontramos. Não é dar mais força a quem tem seguido esta política de direita nos últimos anos, mas dar mais força à CDU que tem um projeto político alternativo. Consideramos, por exemplo, que a vida não tem de ser sempre dura para quem trabalha”, defendeu.
Para o comunista, a atual situação política foi “criada e é da responsabilidade das opções políticas do PS que insiste em não responder aos problemas do país”, mas também do Presidente da República na medida em que a “solução que saiu das últimas eleições foi o resultado da pressão e da chantagem em relação à questão Orçamento de Estado para 2022 e que levou a uma maioria absoluta que veio comprovar que as maiorias absolutas não são nenhum garante da estabilidade”.
O primeiro-ministro, António Costa, pediu na terça-feira a demissão ao Presidente da República, que a aceitou.
António Costa é alvo de uma investigação do Ministério Público no Supremo Tribunal de Justiça, após suspeitos num processo relacionado com negócios sobre o lítio, o hidrogénio verde e o ‘data center’ de Sines terem invocado o seu nome como tendo intervindo para desbloquear procedimentos.