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Rentrée do BE faz-se em Viseu para pensar alternativas para “as pessoas daqui e de fora”

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Fotografia: Jornal do Centro
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 Rentrée do BE faz-se em Viseu para pensar alternativas para “as pessoas daqui e de fora”

Não é a primeira vez que o Fórum Socialismo se realiza no interior de Portugal, mas é a primeira vez que acontece no norte do país. Viseu recebe até domingo centenas de convidados nacionais e europeus que se juntam para assinalar a rentrée do Bloco de Esquerda com o objetivo de contribuir para a discussão “alternativa”. O interior e os seus problemas estão na ordem do dia, mas há muitos outros temas transversais que “fazem parte das prioridades do partido”.
“Há vários assuntos que merecem destaque para o interior. Vamos falar de ferrovia e Viseu tem muito que se lhe diga, pois é uma cidade europeia sem comboio. Outro assunto é a regionalização que interessa a todo o interior por causa da capacidade das populações tomarem decisões sobre o seu futuro e neste caso como são aplicados os fundos comunitários e como os investimentos e as obras públicas podem servir para alavancar a capacidade do interior se desenvolver”, começa por explicar Carlos Couto, coordenador em Viseu do Bloco de Esquerda.
Depois, continua, “há pequenos temas, mas que são de importância relevante para os territórios” como o associativismo. Um dos debates, por exemplo, intitula-se “Metaleiros, rebeldes e subversivos” que mostra como este movimento alternativo é “importante na ação que faz no interior”.
“Mas há outros temas que se cruzam como a crise climática ou preservação ambiental. Vamos ter as pessoas que no interior fazem as suas ações para, por exemplo, ter uma floresta biodiversa ou discutir quais são as consequências e as vantagens que trazem para o território as explorações mineiras”, acrescenta.
Carlos Couto desvenda que há uma série de temas que dizem respeito ao interior mas também são transversais ao país. “Viseu não passa ao lado daquilo que é a crise na habitação, não passa ao lado da crise no SNS ou na escola pública”, reforça.
“Estamos a falar de cerca de 50 sessões e muitas dezenas de convidados de dentro e de fora do universo do BE. Além dos temas já abordados, também a guerra da Ucrânia e que influencias tem no país, as lutas da LGBT, as questões do teletrabalho e da inteligência artificial ou o futebol de feminino, fazem parte desta panóplia de pensamentos alternativos que queremos discutir”, sublinha o coordenador local.

Da luta anti-fascista
ao SNS

Um dos momentos que Carlos Couto destaca é a sessão de abertura do Fórum com a presença de três eurodeputadas. “Combater o neofascismo” tem como intervenientes Marisa Matias (Bloco de Esquerda), Ana Miranda (Bloco Nacionalista Galego) e Manon Aubry (France Insoumise).
“Ainda dentro desta problemática vamos ter, por exemplo, o humorista Diogo Faro que estará presente na conversa “rir dos fascistas, a arma do humor contra a extrema-direita”.
Para o Bloco, esta rentrée tem a particularidade de “criar uma série de debates que trazem algumas pessoas de fora que certamente vão interessar a muitas pessoas daqui”.
“O próprio conceito é o de fazer os debates pela alternativa, em cada um dos assuntos que atravessam a sociedade que alternativas existem. De referir que há aqui alguns temas que têm sido essenciais daquilo que é a política diária do bloco como o SNS, a habitação e o trabalho”, realça ainda Carlo Couto. “Vamos ter a Catarina Martins a falar precisamente do SNS e das parcerias público-privadas”, acrescenta.
O Fórum decorre na Escola Superior de Educação de Viseu, o espaço do debate nos próximos três dias. O coordenador local admite que não foi fácil encontrar um espaço que estivesse disponível para receber esta rentrée. “A verdade é que sentimos algum receio quando andámos a sondar os vários espaços, nomeadamente escolas, que optaram por arranjar algumas desculpas para nem sequer meter em consideração receber o evento. Isto não deveria acontecer, mas o facto de ser em Viseu traz-nos essa realidade de haver quem ache que está à frente da direção de um serviço público e escolhe o que se realiza lá de acordo com as suas preferências pessoais”, lamenta Carlos Couto.

Mais de 400 participantes

A participação é livre e aberta neste local de debate que também contará com uma mini-feira do livro, feirinha de artesanato e arte, bem como as exposições “STOP Homofobia” e a instalação “The Revolution Will Not Be Televised”. No sábado, dia 9, pelas 22h00, o EmDireita recebe a festa do fórum socialismo com uma sessão musical em vinil, pelo dj Cardoso.
A abertura é as 21h30 com a Sessão Internacionalista: “Combater o neofascismo” que terá as eurodeputadas Marisa Matias (Bloco de Esquerda), Ana Miranda (Bloco Nacionalista Galego) e Manon Aubry (France Insoumise) como oradoras. O encerramento é no domingo, dia 10, pelas 16 horas com a participação de Mariana Mortágua.
Esta iniciativa tem a participação de muitos oradores das mais variadas áreas políticas e sociais fora do bloco, como o humorista Diogo Faro, que estará presente na conversa “rir dos fascistas, a arma do humor contra a extrema-direita”, a deputada do PS, Nathalie Oliveira, com a temática “França: um governo extremista e autoritário… de centro”, ou o presidente do Partido da Esquerda Europeia que estará numa conversa com José Manuel Pureza a discutir “os diálogos entre o Cristianismo e o Marxismo”.
Os fundadores do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, Luís Fazenda e Fernando Rosas também marcam presença com os temas “seis imagens que levam da utopia à distopia”, “os perigos da guerra e os caminhos para a paz” e “neoliberalismo, a história de um mal”, respetivamente.
A organização conta com a participação de mais de 400 pessoas durante os três dias de debates, com uma participação alargada dos territórios do interior.

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