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Trabalhadores da administração local querem resposta mais preventiva a calamidades

Viseu recebe conferência “Da prevenção à ação: estratégias de proteção civil em cenários de risco"

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 IP3 com novos condicionamentos entre Santa Comba Dão e Viseu
18.03.26
fotografia: Jornal do Centro
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 IP3 com novos condicionamentos entre Santa Comba Dão e Viseu
18.03.26
Fotografia: Jornal do Centro
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 Trabalhadores da administração local querem resposta mais preventiva a calamidades

O presidente da Associação dos Trabalhadores da Administração Local (ATAM), Marcelo Delgado, defendeu hoje que, perante o rastro de destruição deixado pela tempestade Kristin, “nada pode ficar exatamente como antes” e tem de haver uma resposta mais preventiva.

“A resposta do país na área da proteção civil tem, necessariamente, de evoluir. Tem de ser uma resposta mais preventiva, mais capacitada e mais coordenada”, afirmou Marcelo Delgado.

O responsável falava em Viseu, onde hoje decorre a conferência “Da prevenção à ação: estratégias de proteção civil em cenários de risco”, com a qual a ATAM pretende contribuir para “uma reflexão séria, responsável e construtiva sobre aquilo que aconteceu”.

Atendendo a que as calamidades naturais “têm vindo a assumir uma dimensão cada vez mais frequente e intensa”, Marcelo Delgado questionou se não “será necessário repensar e reformar o regime da proteção civil em Portugal”.

Na sua opinião, essa resposta tem de integrar “o antes, o durante e o depois da ocorrência destes fenómenos”.

“O antes, através da prevenção, do planeamento e da capacitação e profissionalismo. O durante, através de mecanismos de coordenação e resposta operacional eficientes e eficazes. E o depois, através da recuperação, do apoio às populações e da reconstrução”, explicou Marcelo Delgado.

O dirigente disse que, ainda que o Governo tenha lançado um conjunto de medidas de apoio às populações, um “elemento absolutamente decisivo é a eficácia e a eficiência da sua aplicação”.

“Os apoios só cumprem verdadeiramente a sua função se chegarem, em tempo útil, a todos aqueles que deles necessitam”.

Marcelo Delgado considerou que “o país deve acompanhar estes acontecimentos com uma resposta proativa, coordenada e estratégica, que valorize políticas públicas, entre outras, nas áreas do ordenamento do território, do ambiente, da gestão urbanística, da gestão florestal e da gestão dos recursos hídricos”.

“Estas dimensões são inesperáveis do equilíbrio ambiental e da segurança das populações”, realçou, acrescentando que este equilíbrio só poderá ser alcançado “num esforço coletivo que envolve todos os níveis de governação”.

As conclusões da conferência, que conta com cerca de 150 participantes de todo o país, serão divulgadas pela ATAM e transmitidas ao secretário de Estado da Proteção Civil, na expectativa de contribuírem para “o desenvolvimento e consolidação de uma política reformista”, acrescentou.

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