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Vésperas de eleições legislativas

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português
01.12.21
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Ainda há poucos dias estávamos a discutir os resultados eleitorais autárquicos e eis que nos encontramos no ou a meio de uma crise política não desejada por quase todos menos por alguns quantos estrategas e que nos coloca em tempo de vésperas de eleições legislativas.

Primeira alínea, esta crise com a consequente dissolução da Assembleia da República pelo Sr. Presidente da República e convocação de eleições legislativas antecipadas serve os interesses “maioritários” de António Costa e de, quase todo mas não todo, o PS. A elaboração de um Orçamento de Estado “à esquerda” como nunca outrora visto conjugado com uma encenação de negociações com os partidos da “geringonça” que habilmente foram conduzidas ao inêxito levando ao consequente chumbo da OE para 2022, colocaram o PS no lugar da “vitima” e os seus camaradas amigos do PC e do BE no papel de malandros que não querem ajudar à governação socialista.
Ora com uma “esquerda” que não ajuda e uma “direita” em reorganização acelerada e que não se entende entre si, António Costa viu aqui a sua oportunidade de clamar por uma maioria reforçada, diga-se, absoluta nas eleições de Janeiro. Nunca como agora António Costa esteve tão perto de alcançar essa maioria, nunca como agora a “direita” democrática tem de correr para o evitar e se constituir como alternativa credível à visão de “pântano” que surge se tudo ficar na mesma…

Segunda alínea, será curioso acompanhar de perto a elaboração das listas de candidatos a deputados pelo distrito de Viseu por parte, nomeadamente, dos 2 principais partidos. Se no PS parece “consensual” a recandidatura de João Azevedo como cabeça-de-lista, mais para baixo a “coisa” não parece tão consensual assim com vários candidatos para tão poucos lugares. Já no PSD não é prever a recandidatura de Fernando Ruas, recentemente eleito Presidente da Câmara de Viseu, no entanto a solução será mais ou menos pacífica consoante o resultado da eleição do novo líder social-democrata.

Terceira alínea, mas será que estas “escolhas” partidárias têm influência no sentido de voto dos eleitores? Acho que não e basta perguntar ao comum cidadão eleitor o nome dos “seus representantes” para se chegar à conclusão que pouca ou nenhuma influência tem ser o Zé ou o Manel o candidato. Infelizmente tudo vai do “balanço” nacional…

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português

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 A falha silenciosa do modelo económico territorial português

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