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Viseu: PDM “com grandes alterações”, diz Câmara. PS critica falta de “envolvimento”

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 Viseu: PDM “com grandes alterações”, diz Câmara. PS critica falta de “envolvimento”

A discussão pública do PDM de Viseu termina a 17 de outubro, mas para os vereadores do PS no executivo a forma como este processo está a ser feito está longe de ser “consensual”. O presidente da autarquia diz, por seu lado, que há o “envolvimento” de todos e fala, para já, em duas grandes alterações.

O assunto voltou à reunião de Câmara que se realizou esta quinta-feira. O documento, que estabelece o modelo de organização espacial e a estratégia de desenvolvimento do território municipal, deixa a indicação de que a futura segunda circular não vai ficar tão distante da cidade como estava previsto e que foram retirados do “cativeiro” os terrenos que seriam para um grande circular.

“São duas grandes transformações: não pôr a segunda circular tão distante da cidade e retirar a grande circular (60 quilómetros) que comprometia terrenos com uma perspetiva de construção num tempo demasiado grande e não fazia sentido”, esclareceu Fernando Ruas, presidente da Câmara.

Mas para os socialistas, que até votaram a favor do documento, o que está “mal” é a forma como a discussão pública, que começou em agosto, está a ser feita.

“Tenho acompanhado algumas sessões de apresentação e esclarecimento referente ao PDM e percebi, com muita admiração e com bastante inquietude, que a equipa envolvida na elaboração do documento não falou nem discutiu com as entidades nem com as juntas de freguesia e seus presidentes”, referiu o vereador Miguel Pipa.
Para o socialista, tratando-se de um “documento tão estrutural, não sendo obrigatório, teria sido de bom senso falar com eles”.
“Demos o nosso voto de confiança no documento inicial e se nada for feito no documento final vamos votar contra”, sustentou Miguel Pipa, propondo que seja apresentado um novo documento, uma vez que foi alargado o prazo para encerramento de este processo até dezembro de 2023.

Em resposta, Fernando Ruas assegurou que todos estão a ser envolvidos e recordou que as sessões com os presidentes de Junta são cinco. “Alguns podem achar insuficientes, mas são cinco sessões”, reforçou.

“Eu sei que há muita gente que anda em transe com esta coisa do PDM. Nós devemos deixar que os planeadores façam o seu trabalho e depois a Câmara tem de assegurar os compromissos que havia e a sua ideia de evolução da cidade. Mas eu não posso dizer a um planeador não faça assim, faça de outro modo. Para isso é que se contratam equipas e temos de deixar que eles apresentem soluções”, concluiu.

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