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O Regimento de Infantaria n.º 14 (RI14) de Viseu encontra-se no terreno a apoiar as populações e entidades públicas na sequência dos estragos provocados pela tempestade Kristin, que deixou um rasto significativo de danos em várias zonas do país.
No concelho de Penela, militares do Exército continuam empenhados em operações de desobstrução de itinerários, removendo árvores caídas, escombros e outros obstáculos que têm dificultado a circulação e o acesso às localidades. Estas ações permitem restabelecer gradualmente a normalidade e garantir que os serviços de emergência e apoio chegam a quem mais precisa.
Segundo a instituição, mais de meia centena de militares do RI14 estão envolvidos nas operações, que incluem trabalhos de limpeza de vias públicas, transporte de materiais e bens essenciais, e apoio direto às populações afetadas.
O Regimento mantém ainda duas equipas de motosserristas em Tomar, fundamentais para a remoção segura de árvores e destroços, bem como duas viaturas pesadas preparadas para transporte logístico ou eventual evacuação de povoações.
“Em Penela, um pelotão do RI14 continua a trabalhar diariamente na recuperação das acessibilidades, enquanto no quartel permanece uma força de prontidão imediata, preparada para avançar rapidamente sempre que novas necessidades sejam identificadas”, assinala a mesma fonte.
O envolvimento do RI14 integra o dispositivo nacional do Exército Português no apoio às comunidades afetadas pelos efeitos da tempestade.
No total, incluindo os três ramos – Exército, Marinha e Força Aérea -, já estão no terreno cerca de dois mil militares, de acordo com o último balanço feito pelo Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).
Portugal continental está a ser afetado pela passagem da depressão Leonardo com chuva persistente e por vezes forte e vento, tendo sido emitidos avisos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Onze pessoas morreram desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos.