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Oito espetáculos, uma exposição, um workshop e o lançamento de dois cadernos de Teatro da ACERT. São estas as atividades que compõem os cinco dias da programação do Festival Internacional de Teatro da ACERT (FINTA), que arranca esta terça-feira, em Tondela. O evento, que vai para a 28ª edição, decorre até sábado.
“Temos oito produções a ser apresentadas, muito transversais do ponto de vista do público alvo”, salienta Pompeu José, da direção da ACERT, destacando no programa o regresso dos espetáculos de café teatro, que são “retomados no final da noite” para animar o público. Em palco vão apresentar-se artistas de três nacionalidades: Portugal, Espanha e Bélgica.
Nesta terça-feira, 8 de novembro, a abertura do festival ficará marcada pela apresentação de uma ópera de Donizetti, intitulada “Rita”, numa produção adaptada para português pela Versus e Duetos.
Na quarta-feira à noite, o palco é do Teatro Meridional, que apresentará a peça “Kiki Van Bethoven”. Na quinta-feira, sob ao palco “Laika”, da companhia Xirriquiteula Teatre. No dia seguinte, é a vez da companhia espanhola Albadulake mostrar “Genoma B”, um espetáculo que cruza circo, dança e música. Ainda na sexta-feira o público poderá assistir à peça “Carmen’s Stories”, do Teatro dos Aloés.
No sábado, último dia, o palco será de “Una Niña”, da companhia La Rous Teatro, “Calma!”, do artista Guillem Álba e “Salto Vocale”, do artista belga Bernard Massuir.
O FINTA faz-se também fora dos palcos e, nesse âmbito, quem passar pelo festival pode ver a exposição “De cena em cena”, de Marta Fernandes da Silva.
Os “Cadernos de Teatro” também regressam com a edição e o lançamento de dois novos textos, nomeadamente “Auga_ciar” (1999), de Carlos Santiago e José Rui Martins, e “Cadeiras” (2000), de Pompeu José, a partir da obra de António Lobo Antunes.
“O conselho que dava a quem quisesse era tirar uns dias para vir ao FINTA porque vale a pena. Deixo um apelo para participarem na festa do teatro”, refere Pompeu José, acrescentando que “dramático é perdê-lo”, numa referência do slogan do festival.
Por dia, a ACERT está a contar com a presença de 500 a 600 espectadores. “É incrível assistir a um espetáculo com uma sala bem composta, só faz sentido assim. Se tiver muita pouca gente funciona na mesma, mas perde-se a festa que queremos fazer e a transversalidade de público”, realça.
Este ano o Trigo Limpo Teatro ACERT não apresenta nova peça no FINTA. A companhia da casa era para estrear “Frida Kahlo, a filha da grande manhã”, mas “questões técnicas” adiaram a apresentação do espetáculo que deverá subir ao palco a 26 de novembro.