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Nighttime street scene of a crowd walking in a procession along a cobblestone street, flanked by large trees and a blue historic building with lit windows and banners.
Soccer player in a black kit jumps mid-air to challenge the ball, with an opposing player in light blue behind and a crowded stadium in the background.
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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Olhar uma Cidade-Cultura

 Cuidar do coração, hoje e sempre!
23.12.22
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 Olhar uma Cidade-Cultura

A liderança do projeto – Cidade Capital Europeia da Cultura-2027 – tem o nome de Paula Mota Garcia. É um nome nosso conhecido, aqui viveu e foi diretora do Teatro Viriato. Recordo-me que em 2019, em nome do Jornal do Centro, entreguei-lhe um prémio de reconhecimento pelo seu trabalho. Com ela Évora ganha este desafio e numa concorrência difícil com Angra do Heroísmo, Aveiro e Braga.
Seria pedagógico olhar a construção da imagem cultural de uma cidade. Deve sempre partir-se de uma ideia e que neste caso foi o “VAGAR” como forma de viver alentejana e tantas vezes apontada como defeito. VAGAR porque é uma herança cultural, tem carga de diversidade e do assumir da diferença. Nessa construção exemplar vai-se privilegiar os artistas e organizações locais de cultura. São eles os pilares, os guardiões e as fontes de desenvolvimento futuro. Reconstrói-se o Centro Histórico como Memória e Património Cultural. Era interessante convidá-la um dia para nos explicar este projeto e como a cultura pode produzir mais desenvolvimento. Seria interessante olhar a nossa cidade nessa perspetiva. E porquê?

Porque é preciso distinguir bem os tempos da política e da cultura, o curto do longo prazo. A cultura precisa de tempo e não se compadece com o tempo dos mandatos eleitorais. Muitos dos investimentos na cultura perdem-se porque são datados no tempo da política e na vontade do protagonista do momento. Os projetos de cultura precisam prolongar-se no tempo, por isso a sua contratualização não deve ser anual ou casuística. É tal e qual como a reivindicação da descentralização feita pelas autarquias. Na cultura acontece o mesmo, a sociedade também reclama das autarquias mais descentralização do ato cultural. Certamente que num caso como no outro são precisas regras e o envelope financeiro, porque o trabalho cultural também é a prestação de um serviço á comunidade.

Viseu tem hoje um conjunto de grupos e indivíduos que produzem um excelente trabalho artístico e cultural. Deverão ser eles os pilares da nossa cultura e os construtores da imagem cultural da cidade. Alguns podem até profissionalizar-se e serem escolas de amadores. Pensar a cultura de uma cidade é pensar a própria cidade, porque com a Cultura todos ganham. É na cidade que todos devemos estar focados e a diversidade de opiniões só pode servir para encontrar as melhores soluções, mas sempre construtivas.

 Cuidar do coração, hoje e sempre!

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 Cuidar do coração, hoje e sempre!

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