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E quando os “políticos” vão ao Teatro? Aconteceu, eram nove e gostaram do que viram

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Nove minutos, nove espetadores e sempre aos nove minutos das horas. É assim a “Visita” para conhecer o homem que existe dentro de um espaço. Esta é a proposta do micro-espetáculo que resulta da quinta residência artística da 3.ª Edição do NOVe, uma produção Cem Palcos em que Andresa Soares assina a dramaturgia e o bailarino Yarik assume a criação e interpretação. Para ver amanhã desde as 15h09 até às 21h49, no Círculo de Criação Contemporânea de Viseu.

Mas, esta quinta-feira, os nove minutos contaram com nove diferentes espetadores. Para a ante-estreia foram convidados “políticos” da cidade de Viseu. “O convite surgiu do próprio intérprete a propósito da relação da classe artística com a classe política”, começou por explicar Graeme Pulleyn, diretor artístico da Cem Palcos. No final do espetáculo, a conversa, que não se quis que andasse à volta de dinheiro e apoios, contou com as impressões de presidentes de junta, vereadores, membros da Assembleia Municipal de Viseu e dirigentes políticos.

“Queríamos uma conversa aberta, informal, sobre o que une e o que há em comum entre políticos e artistas no papel do desenvolvimento da cidade e do território”, acrescentou Graeme Pulleyn.
“Visita” é, então, um micro-espetáculo que tanto tira como empurra o intérprete e o espetador para as suas zonas de conforto e desconforto. É a quinta residência artística do projeto Nove que nasceu durante a pandemia. “Chama-se nove porque, na altura, a proteção civil disse-nos que só podíamos ter nove pessoas em cada espetáculo”, contou o diretor artístico.

De outubro de 2023 até junho de 2024, 9 dramaturgos/as e 9 performers do teatro, da dança, da música e do vídeo reúnem-se no formato de residências artísticas para criar 9 micro-espetáculos com 9 minutos de duração.
A premissa é simples: um/a escritor/a e um/a criador/a-intérprete encontram-se num casamento artístico “às cegas”. O desafio é a criação de uma “curta performativa” com a duração de nove minutos. O NOVe assume-se como um espaço “laboratorial”, onde se explora o conceito do micro-espetáculo e do cruzamento de disciplinas artísticas. Intimista por natureza, procura reinventar a relação entre intérprete e espectador, assim como criar experiências performativas imersivas, desafiantes e insólitas.

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