5
resende
IP3
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4
Home » Notícias » Cultura » A pré-história da arte contada hoje no Teatro Viriato

A pré-história da arte contada hoje no Teatro Viriato

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.10.22
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
15.10.22
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 A pré-história da arte contada hoje no Teatro Viriato

Um piano e uma caneta irão ilustrar hoje em tempo real a história dos primeiros vestígios de arte no Teatro Viriato. O desenhador António Jorge Gonçalves e o pianista Filipe Raposo vão estar esta tarde em Viseu para apresentar “O Nascimento da Arte”. Uma atuação que também integra a programação do festival Vistacurta.

Os primórdios da cultura humana são o principal mote para o espetáculo que convida o público a “entrar numa viagem que parte do Vale do Côa e segue à descoberta de vestígios artísticos espalhados pelo mundo”, juntando tempo, estrutura, textura, abstração, evocação e emoção.

“Com o concerto pretendemos no fundo mostrar o que nós hoje fazemos e que talvez isso seja a nossa versão das gravuras rupestres. Ou seja, as pessoas há 30 mil anos desenhavam nas pedras, atualmente nós desenhamos e tocamos no palco de um teatro”, diz António Jorge Gonçalves, acrescentando que a música e o desenho foram escolhidos porque “mexem mais diretamente com as emoções”.

“O Nascimento da Arte” é um “projeto de longo curso” que culmina com esta apresentação, tendo-se centrado no estudo e na análise das peças arqueológicas patentes em lugares como Foz Côa, Dordogne e Cantábria.

“Um dia o Filipe Raposo levou-me a ver as gravuras do Vale do Côa. E eu fiquei muito entusiasmado. A partir daquele momento demos início a inúmeras horas de conversa que nos levaram a esta questão: será que os motivos que levaram aquelas pessoas a fazer aquelas gravuras há 30 mil anos são os mesmos que nós temos para fazer o que hoje fazemos. Esta pergunta levou-nos à descoberta daquilo a que chamámos ‘O Nascimento da Arte’”, conta António Jorge Gonçalves.

Num ambiente de improvisação e conversa com o público a partir das 16h00, António Jorge Gonçalves e Filipe Raposo irão explicar “o processo de articulação entre o visual e o musical” que marca as suas performances.

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Outras notícias

pub
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Notícias relacionadas

Procurar