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Empresas de biocombustíveis e canábis a caminho de Nelas

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 Empresas de biocombustíveis e canábis a caminho de Nelas - Jornal do Centro
30.07.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Empresas de biocombustíveis e canábis a caminho de Nelas - Jornal do Centro
30.07.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Empresas de biocombustíveis e canábis a caminho de Nelas - Jornal do Centro

Uma empresa espanhola vai abrir uma fábrica na área dos biocombustíveis em Nelas. Trata-se de um investimento de 53 milhões de euros que visa criar mais de 100 novos empregos numa fase inicial.

A empresa irá instalar-se junto à Lusofinsa, num espaço de 35 mil metros quadrados, depois de ter visto impossibilitada a hipótese de se instalar nos antigos Fornos Elétricos de Canas de Senhorim devido a níveis elevados de contaminação no solo.

O presidente da Câmara de Nelas, Borges da Silva, explica que esta companhia “pretende desenvolver a sua atividade na área de transformação de resíduos de plástico”. Um processo que, explicita, passa por “um processo termoquímico à base de óleo, com fornos e caldeiras de produção de calor pela combustão direta sem oxigénio e sem emissão poluente”.

O presidente da Câmara de Nelas refere que este investimento foi alvo de uma candidatura à Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal e pode ser uma realidade já no próximo ano, estando dependente dos estudos ambientais. O terreno cedido tem uma área de cerca de 35 mil metros quadrados.

Também no próximo verão pode entrar em funcionamento uma empresa ligada à transformação de canábis, num projeto que já se candidatou aos fundos comunitários.

A Epione pretende instalar-se na Zona Industrial da Ribeirinha, em Canas de Senhorim, e transformar lá “óleo de canábis para utilização farmacêutica”, refere Borges da Silva. A empresa pretende investir 2,5 milhões de euros e empregar 40 trabalhadores.

Todos estes investimentos empresariais foram discutidos na última reunião da Câmara, que decorreu na passada quarta-feira (28 de julho).

Ainda em Nelas, a empresa madeireira Lusofinsa vai construir um cais e uma linha ferroviária própria num investimento de 2,7 milhões de euros que deve estar concluído em 2023.

Já a Movecho está já a ampliar as instalações em terrenos comprados à Câmara com uma área de 12 mil metros quadrados, num investimento de quatro milhões de euros.

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