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Incêndios: Profissionais e sistema testados ao limite em exercício europeu realizado em Viseu

O comandante do Comando Sub-regional Viseu Dão Lafões da Proteção Civil, Miguel Ângelo David, anfitrião do exercício realçou “os métodos de trabalho partilhados” entre os diversos módulos que envolveu mais de 700 operacionais de Chipre, Chéquia, Espanha, França, Polónia e Portugal

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fotografia: Município de Viseu | Bruno Quadros
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Fotografia: Município de Viseu | Bruno Quadros
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Group of firefighters and emergency responders in red and yellow gear chat near a red rescue SUV by a cobbled road beside a lake and hillside. Incêndios: Profissionais e sistema testados ao limite em exercício europeu realizado em Viseu

O comandante da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) disse hoje à agência Lusa que o exercício europeu testou os limites dos profissionais e do sistema para revelar as fragilidades existentes.

“Pela positiva: a organização conseguiu trazer um realismo muito grande ao exercício. É unânime por todas as equipas que os cenários que foram construídos foram de um realismo muito grande. Levámos as equipas ao limite e isso foi extremamente positivo”, defendeu o comandante nacional da ANEPC.

Mário Silvestre disse à agência Lusa que isso obrigou os participantes “a gerirem o esforço” uma vez que os módulos (conjunto de pessoas e veículos de cada organização) “trabalharam durante mais de 48 horas sem parar e tiveram de gerir toda a sua equipa e staff”.

“Os módulos são autónomos, não têm apoio do ponto de vista logístico, de ninguém, têm que gerir a sua capacidade e n+os stressámos o sistema todo levando esses módulos ao limite e é unânime que o exercício foi muito bem conseguido”, realçou.

Com este stress no sistema, acrescentou, é possível “perceber onde estão as fragilidades” e onde “é que é preciso melhorar e quais as oportunidades de melhoria, o que é que se pode fazer melhor, em que é que se pode intervir para num cenário real trabalhar melhor”.

“Temos coisas a melhorar, se fizéssemos o exercício agora? Obviamente que sim. Havia coisas que íamos fazer de maneira diferente, mas a maneira como se conseguiu montar o exercício foi extremamente positiva”, vincou o comandante, Mário Silvestre.

Neste exercício europeu de proteção civil, denominado de PT EU MODEX 2026, que decorreu entre 05 e 07 de maio no Município de Viseu, o comandante nacional disse que foram testadas “as capacidades de comando em controle, dos meios aéreos, da evacuação das populações no âmbito do programa Aldeia Segura, Pessoas Seguras”.

“Fizemos um exercício a pensar na nossa realidade e na nossa realidade de pedirmos, ajuda um mecanismo europeu” e neste contexto disse que foram testados “todos os procedimentos de pedido de ajuda” assim como a “integração das equipas europeias” com os mecanismos usados em Portugal.

Um teste que foi passado “com êxito, numa estratégia de ‘win-win’” (tradução livre: os dois lados ganham), quer a Proteção Civil portuguesa, como os países participantes e a comunidade civil que também participou em alguns exercícios.

“Precisamos de ganhar, enquanto Europa, esta interoperabilidade em todos os países ou seja, colocar todos os países a trabalhar da mesma forma, da mesma maneira, com os mesmos métodos e conhecermos é extremamente importante e útil”, resumiu Mário Silvestre que assumiu ser “um exercício a repetir no país”, em Portugal.

Uma interoperabilidade que o presidente da ANEPC, José Manuel Moura, defendeu à agência Lusa como sendo um “dos grandes objetivos”, uma vez que “não se via há 10 ou 15 anos” e isso via-se “até no equipamento que não se conjugava” entre os profissionais dos diferentes países e isso “hoje não é assim”.  

No entender deste responsável, Portugal, “infelizmente, tem sido um cliente muito ativo” do sistema europeu de proteção civil, uma vez que “já foi ativado 16 vezes em 20 e poucos anos” de existência.

O comandante do Comando Sub-regional Viseu Dão Lafões da Proteção Civil, Miguel Ângelo David, anfitrião do exercício realçou à agência Lusa “os métodos de trabalho partilhados” entre os diversos módulos que envolveu mais de 700 operacionais de Chipre, Chéquia, Espanha, França, Polónia e Portugal.

“Não fizemos um exercício para circulação de meios. Foi sobre procedimentos, aspetos de segurança, interoperabilidade, autossuficiência, possibilidade de partilha de equipamentos e de trabalho conjunto”, resumiu.

No decorrer do exercício aconteceram “situações reais, dentro das simuladas, que deram oportunidade aos módulos de testar os seus conhecimentos e as equipas médicas, as forças de segurança e todos os profissionais mostraram ser capazes”.

“A proteção civil somos todos nós e só conseguiremos ter sucesso se a população estiver connosco. É importante que possamos chamar a população ao processo, assim como a comunicação social que tem um papel importantíssimo junto das pessoas e isso faz toda a diferença em cenário real”, afirmou Miguel David.

O exercício pretendeu testar a resposta conjunta e integrada do Sistema Nacional de Proteção Civil e da União Europeia num cenário de incêndio rural de grande dimensão, com origem na localidade de Maeira, freguesia de Barreiros e Cepões, Viseu, afetando extensas áreas florestais e diversos aglomerados populacionais em cinco freguesias.

Organizado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em parceria com o consórcio CN APELL, no âmbito do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia.

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