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Lapa do Lobo é “Aldeia Cultural” ao longo de três dias “muito intensos” em julho

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 Lapa do Lobo é “Aldeia Cultural” ao longo de três dias “muito intensos” em julho

A Fundação Lapa do Lobo e a Contracanto – Associação Cultural prometem transformar a Lapa do Lobo, no concelho de Nelas, em “Aldeia Cultural” ao longo de três dias “muito intensos”.

“Começamos com quatro residências artísticas na semana anterior e cujos resultados poderemos ver na Aldeia Cultural, antes mesmo da programação mais oficial, entre 26 e 28 de julho, para a noite do dia 25”, disse esta quinta-feira o diretor cultural da Fundação Lapa do Lobo, Rui Fonte.

Aquele responsável acrescentou que as residências artísticas são uma das novidades desta terceira edição da Lapa do Lobo – Aldeia Cultural, que se realiza de dois em dois anos nesta aldeia do concelho de Nelas, distrito de Viseu, que conta com 700 habitantes e que, durante o evento, espera acolher milhares de pessoas.

Na apresentação da programação aos jornalistas, Rui Fonte e António Leal, presidente da Contracanto – Associação Cultural, com sede na Lapa do Lobo, destacaram atividades dos três dias “muito intensos” e de acesso gratuito.

“Convidamos as famílias, desde os mais pequenos aos avós, a estarem, visitarem, assistirem e participarem nas diversas atividades”, desafiou Rui Fonte, já que “há oficinas, de pré-inscrições obrigatória, para todas as idades”.

Uma das novidades deste ano, acrescentou, são as “demonstrações em permanência”, ou seja, “as pessoas podem visitar a Lapa do Lobo e ver o que acontecia há uns tempos largos, com as pessoas nas ruas e nas lajes a bordarem e contarem histórias”.

“Teremos um contador de histórias que irá de casa em casa na aldeia e vamos ter também, não um fotógrafo nem caricaturador de rua, como se vê em algumas cidades, mas sim um retrato escrito, em que o artista ao falar connosco vai escrever um poema sobre nós na máquina de escrever e entregar na hora”, adiantou.

“Uma das novidades, este ano, é o ‘Na Beira e na Eira’, ou seja, são pequenos espaços, estrategicamente localizados em quatro sítios da aldeia, que servirão de descanso e relaxamento e onde também acontecerão espetáculos”, afirmou.

Entre eles está a Fundação Lapa do Lobo, a Contracanto e o jardim da Fundação Lapa do Lobo, onde estará a área da restauração, para além dos fornos espalhados pela aldeia que estarão a “cozer pão e bolas e onde se pode também provar o vinho” do Dão.

“Vão acontecer muitas coisas em simultâneo quer nesses espaços, quer nas ruas, com performances quer com as próprias tradições da aldeia. Quem nos visita pode perceber o que acontece na Lapa do Lobo ao longo do ano”, assumiu.

Rui Fonte acrescentou que a Fundação da Lapa do Lobo proporciona ao longo do ano “uma programação eclética, para todas as idades e público”, porque a filosofia da instituição “é que o interior também gosta e gasta cultura”.

“A aldeia também acolhe três feiras: a de antiguidade, a do livro e, este ano, temos o ‘Livra-te’ que resulta de um desafio lançado aos Bombeiros Voluntários que recolheram livros já usados para poderem ter aqui uma segunda oportunidade de vida e ganharem um novo leitor”, disse Rui Fonte.

António Leal destacou ainda os espetáculos organizados pela Contracanto como o concerto do dia de abertura, pelos alunos da sua escola, e nessa noite o “regresso de um filho da casa”, Gustavo Reinas, acompanhado pela sua banda.

Outros artistas a marcarem presença são Samuel Úria e Lena d’Água.

“É um trabalho feito com espírito de missão, muita perseverança, muita resiliência, paixão, alguma loucura e carolice, movidos pelos interesses dos habitantes”, disseram aos jornalistas, na hora da apresentação, Rui Fonte e António Leal.

A organização disse ainda que é possível “consultar ao pormenor a programação, assim como fazer a inscrição nas diversas oficinas no ‘site’ da Fundação da Lapa do Lobo.

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