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A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões está a promover um “levantamento urgente” dos danos em infraestruturas municipais provocados pela depressão Kristin, anunciou hoje esse organismo.
Numa nota de imprensa divulgada nas redes sociais, a CIM realçou que a informação a ser recolhida “será determinante para acelerar a reposição da normalidade” nos 14 municípios que constituem a região Viseu Dão Lafões.
“Os municípios estão já a ser contactados para reportar à CIM os prejuízos registados nas respetivas infraestruturas, permitindo um mapeamento rigoroso e consolidado dos danos provocados pela tempestade”, sublinhou.
O levantamento, coordenado pela CIM, pretende “recolher informação mais detalhada possível sobre os impactos do fenómeno meteorológico nas infraestruturas municipais, dados que são essenciais para a definição de prioridades de intervenção”.
Assim como “será determinante para avaliar a real dimensão dos prejuízos e sustentar a solicitação de medidas de apoio junto das entidades competentes”.
“A nossa preocupação, nas duas últimas semanas, tem passado, em primeira instância, pela prevenção e pelo constante alerta das populações”, reconheceu o presidente da CIM, e também do município de Viseu, João Azevedo.
Assim como a “procura de soluções rápidas que mitiguem os prejuízos no presente e acautelem, no futuro, uma resposta mais musculada do território para os cada vez mais previsíveis fenómenos climáticos extremos que envolverão obrigatoriamente uma maior eficácia dos serviços de proteção civil”, acrescentou.
A CIM Viseu Dão Lafões é constituída pelos municípios de Aguiar da Beira (distrito da Guarda) e Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela, no distrito de Viseu.
Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.