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O Município de Sernancelhe levou até Pombal um camião de material de construção, uma carrinha com bens essenciais e um autotanque de água potável, numa ação conjunta com empresas e sociedade civil, anunciou hoje a Câmara.
“Numa demonstração espontânea de solidariedade das suas gentes, Sernancelhe uniu esforços e, entre empresas, particulares e muitos emigrantes, possibilitou a entrega em Pombal de um camião de material de construção civil, com cimento, telha, espuma, entre outros materiais essenciais à reconstrução das habitações afetadas pela tempestade”, descreveu a Câmara.
Também seguiu “um furgão com roupa e bens alimentares, produtos de primeira necessidade, artigos de higiene pessoal e têxteis, resultantes de uma angariação em que participaram as juntas de freguesia” de Sernancelhe, no distrito de Viseu.
O Município de Sernancelhe disse ainda que enviou para Pombal “um autotanque para abastecimento de água potável às populações, bem como uma equipa de cinco bombeiros voluntários” da corporação local.
O transporte contou com o apoio logístico das empresas Transportes Aparício e Transportes Pedro Sobral, indicou o executivo, que enalteceu o gesto que “envolveu toda a sociedade” sernancelhense.
“Sernancelhe não ficou indiferente à devastação das tempestades, em particular no concelho de Pombal, a que estamos ligados pela figura do Marquês de Pombal, o estadista que nasceu no nosso concelho”.








Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.