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Os utentes da residência sénior Solar do Rio, nas Termas de São Pedro do Sul foram hoje retirados do edifício por precaução, disse o presidente da Câmara de São Pedro do Sul, distrito de Viseu.
“Um muro na zona envolvente, junto ao Rio Vouga, está a ruir e, depois de uma avaliação técnica, foi decidido retirar os 66 utentes, porque a sua segurança podia estar em causa”, explicou Pedro Mouro.
Os utentes da residência sénior foram levados para a Pousada da Juventude, também nas Termas de São Pedro do Sul.
Apesar de haver vários edifícios, incluindo hotéis, junto ao Rio Vouga, o autarca afirmou que, para já, esta é a única situação crítica.
“O caudal do Rio Vouga está a aumentar fortemente, a chegar ao limiar, mas estamos com os meios de prevenção para perceber a evolução dos próximos dias”, assegurou.
Segundo Pedro Mouro, “felizmente as Termas têm gente o ano todo, mas a sua segurança está garantida, não há riscos em qualquer unidade hoteleira neste momento”.
As condições meteorológicas adversas que se têm feito sentir nas últimas horas provocaram diversas ocorrências em vários pontos do concelho, incluindo desabamentos, inundações e constrangimentos na circulação rodoviária.
Segundo a autarquia, encontram-se interditas ao trânsito as seguintes vias: Estrada de Sul para Macieira, Ponte de Pouves e Rua dos Moinhos.
“As forças da Proteção Civil, em articulação com os serviços municipais, permanecem no terreno a monitorizar a situação e a desencadear todas as ações necessárias para garantir a segurança das populações e restabelecer as condições de normalidade”, salientou o autarca.
Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.