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Mickaël de Oliveira abre novembro no Teatro Viriato

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 Mickaël de Oliveira abre novembro no Teatro Viriato

O Teatro estará em destaque na programação de novembro no Teatro Viriato. Uma estreia absoluta pela companhia Teatro da Cidade, uma peça escrita e encenada por Mickaël de Oliveira, uma leitura encenada no âmbito do projeto “Noite Fora” e o regresso de Carla Bolito a Viseu.
Escrito e dirigido por Mickaël de Oliveira, “A Nossa Vida” é o segundo episódio do díptico “Episódios da Vida Selvagem”. Nesta peça, que é apresentada no Teatro Viriato já a 4 de novembro, o encenador reflete sobre um futuro próximo, onde a humanidade vive já em condições climáticas extremas. Em suspenso uma decisão urgente entre duas propostas para a sobrevivência da comunidade ameaçada pela escassez de água. Neste segundo episódio, o governo discute as duas propostas para o futuro da cidade. Entre a guerra ou êxodo, ambas as opções parecem acarretar custos humanos e morais elevados. Das exposições técnicas à análise das implicações, o debate político desvela confrontos familiares, ambições pessoais e noções de identidade nacional, num enredo que revisita a tragédia grega.

No dia 10 de novembro é a vez da estreia do espetáculo “A Missão”, da companhia Teatro da Cidade. Esta será a primeira estreia deste quadrimestre. “A Missão: Memória de uma Revolução”, de Heiner Müller, é um dos textos fundamentais do século XX. Um clássico moderno, que tem a virtude de confrontar quem se proponha a encenar o texto com a falta de ferramentas para responder a esta obra de Müller. Provoca um pensamento renovado sobre o movimento de uma revolução. Nele cabe a revolução Francesa, a Revolução do Haiti, a invasão da Ucrânia pela Rússia, o conflito na Faixa de Gaza e tantas outras lutas. É um espetáculo que confronta a nossa própria incapacidade de enfrentar as missões que mudariam o mundo. Num tempo marcado por guerra e divisões sociais, apresentar Müller é uma oportunidade para pensar a ética política e social. Esta estreia é também a 12.ª produção desta companhia, e a segunda em estreita colaboração com o Teatro Viriato, que é coprodutor desta peça.

António Durães, figura incontornável do Teatro em Portugal, será o próximo convidado do projeto “Noite Fora: Leitura e Conversas sobre Teatro”, no dia 22 de novembro. Conhecido pelas suas interpretações, direções e criações em diversos espetáculos do Teatro Nacional São João, assim como em espetáculos apresentados no Teatro Viriato, António Durães regressa a Viseu com a missão de desafiar o público viseense a ler e a refletir sobre peças teatrais.
“Noite Fora” é um projeto do Teatro Viriato e da encenadora Sónia Barbosa. É um momento de leitura de textos teatrais, partilhado entre os artistas que os propõem e o público participante. Um momento para conhecer textos e autores, mas também para conhecer a relação que o artista tem com eles. Um momento para escutar palavras, imaginar universos e discutir possibilidades. Num ambiente informal e acolhedor onde se privilegia a fruição, o pensamento e a partilha de ideias, envolvendo todos os participantes.

Sim ou não. São as únicas respostas que são precisas de dar para participar em “Fluxodrama”, da companhia Amarelo Silvestre, uma abordagem performativa que irá debater assuntos políticos, filosóficos, éticos, ambientais, religiosos, económicos. Este espetáculo que decorre entre 23 e 25 de novembro conta com sessões para escolas e para público geral, funciona quase como uma experiência sócio-teatral que coloca o problema e as questões essenciais do lado de quem assiste. Do lado dos espectadores.

Carla Bolito regressa ao Teatro Viriato para apresentar a sua mais recente peça “A minha cabeça”. Um espetáculo de cariz autobiográfico que aborda a relação do espólio colonialista de uma família na sua sobrevivência nos pós 25 de Abril. Um dos elementos principais desse espólio é um busto de marfim — uma presa de elefante esculpida em forma de cabeça. A partir da descrição do processo de certificação do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas a que a legislação obriga na criação de um registo das peças de marfim com mais de quarenta anos — estabelece-se uma teia de relações geográficas e familiares. Seguindo o rasto do animal morto que providenciou os recursos económicos desta família no pós 25 de Abril, descobrem-se versões contraditórias do passado e por vezes incompreensíveis. Aproveitando a sua passagem por Viseu, a artista irá orientar dois workshops: um destinado a pessoas interessados na temática e outro para profissionais e estudantes de teatro, nos dias 27 e 28 de novembro, respetivamente.

Para além das sugestões na área de Teatro, na programação de novembro há também dança e música.
Entre 15 e 17 de novembro, Rui Lopes Graça e a Dançando com a Diferença apresentam “Bichos”. Um espetáculo que aborda questões fundamentais sobre a sociedade e a própria existência. Aproveitando a passagem por Viseu, o coreógrafo orienta uma oficina sobre o processo de criação coreográfica de “Bichos” destinada a todas as pessoas interessadas em dança.

Em cumplicidade com a Carmo’81 que, em 2023, tem acompanhado o Teatro Viriato na programação musical, a 18 de novembro há dois concertos. A abrir a noite, o Teatro Viriato recebe “Goela Hiante”, um projeto de Adolfo Luxúria Canibal e Marta Abreu, iniciado em março de 2020, em plena pandemia. No segundo concerto do serão, o coletivo multiforme de música rock Solar Corona apresenta-se num formato que abraça a improvisação recorrendo a instrumentos eletrónicos, digitais e analógicos.

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