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O ministro da Defesa Nacional lamentou hoje a morte de um jovem militar após um incidente ocorrido durante a frequência do Curso de Operações Especiais, em Lamego, afirmando que “tudo será apurado”.
“Temos que lamentar esta fatalidade, que acontece numa ação de formação de um jovem. Não há nada que substitua uma vida, não há nada que se possa fazer para substituir essa vida e eu aproveito a oportunidade para apresentar à família, em nome da Defesa Nacional, sentimentos que são muito sinceros”, afirmou Nuno Melo, em declarações aos jornalistas à chegada a Istambul, na Turquia, onde se desloca esta semana para visitas no âmbito de investimentos das indústrias de Defesa.
O governante realçou que o Exército abriu um processo de averiguações “e tudo será apurado”, além do apoio prestado à família.
O alferes de Infantaria João Cardoso, dado como desaparecido desde segunda-feira à noite, na sequência de um incidente durante a frequência do curso de Operações Especiais, no rio Balsemão, em Lamego, foi encontrado morto às 08:50 de hoje, anunciou o Exército.
Aquele ramo militar determinou a abertura de um processo de averiguações interno e informou a Polícia Judiciária Militar.
Hoje, o Bloco de Esquerda pediu ao Ministério da Defesa mais esclarecimentos sobre as circunstâncias desta morte, considerando que “perante a gravidade dos factos, e a reincidência de incidentes fatais em contextos de instrução militar, torna-se imperativo o escrutínio público sobre o cumprimento dos protocolos de segurança e a gestão de risco em condições meteorológicas extremas”.