ASSOL
integrARTE
Enterro do Entrudo de Repeses
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25

Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…

14.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
CVRDao_2
March-711-4
6
Home » Notícias » Colunistas » O cabo apontador, Camões e os wokes

O cabo apontador, Camões e os wokes

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português
06.01.24
partilhar

Os 50 anos do 25 de Abril
Já se sabe alguma coisa sobre as comemorações do meio século de “o dia inicial inteiro e limpo”. Para começar, recomendo um livro e uma peça de teatro.

(1) “25 de Abril de 1974 Quinta-feira”, de Alfredo Cunha (fotografias), Carlos de Matos Gomes, Adelino Gomes e Fernando Rosas (textos) e Alexandre Farto/Vhils (gravuras), editado pela Tinta da China, é um livro belíssimo.
Nele, conheci “o verdadeiro herói do 25 de Abril”, na opinião de Salgueiro Maia, fundamentada na sua descrição do momento militar mais crítico daquele dia: «então o brigadeiro grita para o cabo apontador dispara! E o cabo apontador não diz nada. Dispara! E o cabo apontador continua a não disparar. Aqui é que se ganhou o 25 de Abril.»
Aquele cabo apontador do carro de combate M47, de seu nome José Alves da Costa, ao recusar obedecer à ordem do seu comandante, evitou uma mortandade.

(ii) Sara Barros Leitão passou um ano a ler os diários das sessões da assembleia da república onde está registado tudo o que se passa no hemiciclo: os apartes, os mimos, as fífias, está lá até a “comoção” de um deputado do CDS perante as mamas da deputada italiana Ilona Staller.
Com esse material, a dramaturga fez um “Guião para um País Possível”, uma peça de homenagem à nossa democracia, que vai estar, em 19 e 20 de Abril, no Teatro Viriato (Viseu) e, em 20 e 21 de Novembro, na Acert (Tondela).

Os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões
Sabe-se pouco ou nada sobre a forma como o país vai assinalar o meio milénio do poeta. Ainda não se conhece nenhuma iniciativa da sociedade civil e o governo andou a dormir na forma. Só há uma semana é que foi criado o comissariado que vai ter de elaborar um programa comemorativo até Maio.
Uma coisa podemos dar como certa: o poeta vai ser destratado pelo revisionismo histórico que domina as universidades e que cujos “estudos” são feitos, invariavelmente, para farejar putativas “culpas do homem branco”.
Ora, como se sabe, Camões foi tudo o que os wokes odeiam: branco, heterossexual, derriçou com escravas, andou pelas colónias à espadeirada. Vai levar porrada.

 A falha silenciosa do modelo económico territorial português

Jornal do Centro

pub
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Mercedes CLA 180d Coupé na Ncar da Litocar
  • Regional Economics - A economia de Região de Viseu
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
 A falha silenciosa do modelo económico territorial português

Colunistas

Procurar