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Proteção Civil regista 29 ocorrências no concelho de Viseu devido à chuva intensa

Inundações, cheias e condicionamentos rodoviários marcaram a manhã, sem vítimas a registar

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10.02.26
fotografia: Arquivo
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Fotografia: Arquivo
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 Proteção Civil regista 29 ocorrências no concelho de Viseu devido à chuva intensa

A Proteção Civil de Viseu registou 29 ocorrências no concelho até às 14h00 desta terça-feira, maioritariamente relacionadas com inundações, na sequência da manutenção de condições meteorológicas adversas, segundo o comandante municipal da Proteção Civil, Rui Nogueira.

A situação verificada resulta da continuidade do mau tempo e do acumulado de precipitação das últimas semanas. “Sobre a situação meteorológica vivida hoje, tal como já tem sido amplamente difundido pelos diversos canais, com esta manutenção da situação meteorológica adversa e especialmente pelo acumulado das várias semanas que temos vivido, os efeitos expectáveis, que têm a ver com inundações, transbordo de leitos de água, pequenos movimentos de massa ou derrocadas estão a verificar-se”, explicou o comandante. 

Até ao início da tarde, foram registadas 29 ocorrências no concelho, “relacionadas a maior parte com inundações de estruturas ou superfícies”. A Proteção Civil contabilizou ainda “sete situações de cheia, linhas de água que transbordaram, pequenas ribeiras ou rios”.

Foram também registadas três quedas de árvore, “e depois outras com menos relevância – movimentos de massa, batimentos de piso, resgates e corte de alguns elementos em risco de queda”.

As condições meteorológicas provocaram ainda constrangimentos na circulação rodoviária. Rui Nogueira especifica que “está condicionado o trânsito na Nacional 16, em Gumiei, onde está a ser feita a intervenção de imediato”. 

Existem igualmente acessos interditos em Rebordinho, Moselos, na freguesia de Viseu, e Travassós de Baixo, “em zonas que, entretanto, tiveram alagamentos de pequenas ribeiras ou rios, e cujo acesso está interdito para evitar acidentes”.

Relativamente à situação do Rio Pavia, o comandante explica que o alagamento observado corresponde ao funcionamento normal do leito de cheia. “O rio está a ocupar um espaço que é um espaço natural de cheia, e os constrangimentos que isto causa ao normal funcionamento da comunidade, mas que são condicionamentos fruto desta época que estamos a viver com meteorologia adversa”.

Questionado sobre inundações no recinto da feira semanal, Rui Nogueira confirmou a situação. O comandante afirma que “de facto, houve situação de alagamento em algumas zonas do recinto da feira semanal, bem como no Parque Urbano de Santiago”. Segundo o comandante, trata-se de “uma zona baixa, quase à cota do rio, e é uma situação que se está a verificar”.

No que respeita às medidas preventivas, Rui Nogueira explica que passam pelo reforço da informação à população. “As medidas preventivas passam por aquilo que tem sido o esforço do Serviço Municipal da Proteção Civil e de todo o município em reforçar aquelas que são as informações à população e as informações que têm sido amplamente divulgadas, aquilo que são os efeitos expectáveis de cenários meteorológicos como este, e aquilo que são as medidas de alta proteção”.

O comandante sublinha ainda a necessidade de adaptação dos comportamentos individuais. “Cada pessoa deve acautelar aquilo que é a adaptação da condução às condições meteorológicas e da via”, refere, acrescentando que “cada pessoa deve adequar também os seus movimentos, seja em espaço urbano, seja em espaço rural, face aos potenciais riscos de um cenário de chuva intensa e de eventual vento e outros que têm verificado”.

Rui Nogueira destaca que situações como a queda de ramos e o alagamento de vias são expectáveis. “É normal que caia um bocadinho de galhos, é normal que haja zonas alagadas, é normal que com esta precipitação intensa qualquer pequena depressão no pavimento possa provocar uma zona em que as pessoas devem ter essas cautelas”.

Sobre as populações que vivem em zonas mais vulneráveis, afirmou que “as pessoas que residem e têm habitação e outras estruturas em zonas passíveis e vulneráveis às cheias, em princípio, como já têm essa experiência antiga, já estão habituadas a lidar com esta situação, convivem bem com esse risco e, portanto, não há ali um problema maior”.

Quanto à evolução da situação, o comandante admitiu que o nível das linhas de água pode variar. “Com a continuação daquilo que se prevê que é a precipitação intensa, especialmente para o dia de hoje e para o dia de amanhã, estas situações tendem a manter-se pontualmente, a agravar ou até a diminuir”, explicando que existem “variáveis externas que de todo nós não controlamos”.

Nesse sentido, reforça a importância da sensibilização da população para evitar zonas de risco. “Daí a importância de uma eficaz sensibilização de toda a população para que se acautelem e evitem zonas potencialmente vulneráveis, zonas de risco, para que, de facto, se continue a evitar danos maiores”.

Até ao momento, não há vítimas a registar no concelho de Viseu. “Não temos, até ao momento, vítimas a registar, e isso só por si já é um bom indicador”, afirma Rui Nogueira. 

O comandante aproveitou ainda para apelar à população para que “adotem comportamentos seguros, evitem comportamentos de risco, que estejam vigilantes, que antecipem as situações potencialmente perigosas”. 

Em caso de emergência, Rui Nogueira recomenda o contacto com o 112 e, para outras situações, com a linha permanente do Serviço Municipal de Proteção Civil de Viseu (232 420 390 ou 232 427 424).

Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga vão estar durante o dia de terça-feira em aviso laranja devido à chuva “persistente e por vezes forte”, adiantou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). 

Este aviso é válido entre as 06:00 e as 18:00 e estes distritos entram em aviso amarelo a partir das 00:00 de terça-feira.

Durante o mesmo período (06:00 e 18:00) Bragança, Guarda, Setúbal, Santarém, Leiria (a partir das 03:00 de terça-feira), Castelo Branco e Coimbra (a partir das 03:00 de terça-feira) estarão sob aviso amarelo, de acordo com o mais recente comunicado do IPMA.

Na quarta-feira, até às 18:00, Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga estão sob aviso amarelo de chuva.

Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar entre as 15:00 de quarta-feira e as 15:00 de quinta-feira sob aviso laranja de agitação marítima, por “ondas de noroeste com 5 a 6 metros de altura significativa, podendo atingir 11 metros de altura máxima”. Estes distritos passam a aviso amarelo até às 19:00 de quinta-feira. 

Em aviso amarelo de agitação marítima vão estar Beja, Leiria, Lisboa, Setúbal e Faro, até às 19:00 de quinta-feira.

Já Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Castelo Branco e Braga vão estar sob aviso amarelo de vento desde as 12:00 de quarta-feira e as 21:00 de quinta-feira, segundo o IPMA.

Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

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