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A Câmara de Mortágua, no distrito de Viseu, anunciou hoje a abertura do concurso público para a reabilitação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), que tem um preço base de 1.097.287 euros.
O presidente da autarquia, Ricardo Pardal, sublinhou que a empreitada de reabilitação da ETAR de Mortágua é “uma intervenção crucial para o futuro” em termos da sustentabilidade ambiental, da preservação das linhas de água e da qualidade de vida dos munícipes.
Com um prazo de execução de um ano, a empreitada tem como objetivo “melhorar a eficiência do sistema de tratamento, quer em termos quantitativos, quer qualitativos, assegurando uma resposta que permita atender ao aumento atual e projetado da população abrangida num horizonte temporal alargado”.
Segundo a autarquia, a ETAR, construída há 40 anos, foi inicialmente projetada “para atender às águas residuais provenientes da freguesia de Mortágua”, que tinha uma população de cerca de 2.700 habitantes.
“Com o crescimento urbanístico e da atividade económica, e a integração e interligação das redes de outras povoações para a ETAR de Mortágua, houve um aumento exponencial da população total servida por este equipamento, resultando numa população abrangida superior a seis mil habitantes”, que equivalem a cerca de dois terços da população total.
Futuramente, a ETAR irá receber e tratar os efluentes de Mortágua, Vale de Açores, Pala, Barril, Gândara, Vale de Remígio, Moitinhal, Monte Lobos, Macieira, Vila Pouca, Ribeira, Carapinhal, Póvoa, Povoinha, Cortegaça, Coval e Cruz de Vila Nova.
A Câmara de Mortágua explicou que está prevista “a construção de uma nova estação elevatória inicial junto ao decantador primário existente, a remodelação da elevatória existente e dos vários órgãos de tratamento (descarregadores, valas de oxidação) e dos edifícios, e a medição dos efluentes tratados antes de serem descarregados para o meio hídrico”.
“As lamas, depois de tratadas, serão encaminhadas a um destino final, para acondicionamento adequado”, acrescentou.