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Home » Notícias » Colunistas » “A única coisa que não muda, é que tudo muda”

“A única coisa que não muda, é que tudo muda”

 O país (também) cresce a partir de Viseu
31.03.22
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Apesar da minha longa carreira profissional, tão diversificada pelas múltiplas funções, alguns setores de atividade, em diversos patamares das estruturas organizacionais, em equipas com perfis tão diferenciados e apesar do meu olhar, que procurei fosse sempre prospetivo, estava longe de imaginar, o que agora constato. É possível participar de forma eficiente, na gestão de uma organização, sedeada em qualquer ponto do país, interagindo e liderando pessoas que também se distribuem por diversas zonas geográficas.
Os escritórios virtuais, os horários flexíveis, a autogestão, a maior autonomia e responsabilidade, o acompanhamento do desempenho mais focado numa atitude colaborativa e menos hierarquizada, são alicerces do denominado trabalho futuro, que já é o presente!
Bendita tecnologia! Obviamente, as máquinas estão a ocupar algumas das tarefas rotineiras da mão de obra humana. Ainda bem! Mais tempo nos fica, para novas áreas de atuação, mais focadas nas pessoas, na proatividade da busca de melhores soluções e no acompanhamento de colaboradores, clientes e utentes. A necessidade do trabalho humano não reduziu, alterou-se, assim como se espera o reforço de algumas das nossas competências. A inteligência emocional, a polivalência, a liderança, a inovação, a criatividade e pensamento analítico, serão cada vez mais valorizadas.
A tecnologia deve acrescentar ao trabalho humano e não provocar a sua erosão.
Conseguir desempenhar bem a nossa atividade, de forma comprometida, independentemente da plataforma em que o fazemos, é crucial! E para isto, o conhecimento das ferramentas tecnológicas e a parceria digital e virtual, que devemos concretizar diariamente, é indispensável.
Neste enquadramento do novo trabalho, as lideranças estão obrigadas a substituir a omnipresença pela presença colaborativa, necessitam de estar sempre disponíveis para apoiar e orientar as equipas, prestar feedback constante e, cada vez mais, estimular a fazer melhor.
Desejo muito, que o distanciamento, tenha levado as instituições a reforçar a ideia de que o recurso mais importante são as pessoas. Espero também, que todos se aproximem, cada vez mais, das tecnologias, vendo na necessidade de adaptação a novos processos, para além de uma saída da zona de conforto, algo que apenas depende de si! Como sempre, tudo depende, de cada um de nós!
Escrevo esta crónica, no primeiro dia da “nova” Assembleia da República e pergunto-me se estes princípios do novo trabalho, também por lá se aplicam… Pela extrema relevância do que fazem, parece-me que será bom que tal aconteça. Justificar-se-á tanta presença física no debate e nas restantes atividades parlamentares? Talvez se consiga ganhar algum tempo, para a proximidade, tão necessária, com a realidade sobre a qual decidem.

 O país (também) cresce a partir de Viseu

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